domingo, 19 de janeiro de 2014

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar "marca da besta"


Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar

Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas, porque não aceitou receber o que chama de "marca da besta".
Trata-se de um microchip de rastreamento que faz parte dos novos crachás de identificação dos alunos. Ele serve para indicar a localização dos alunos durante o tempo que eles permanecem na escola. Através de dispositivos de leitura "escondidos" em lugares como portas, paredes, telas e pisos da escola, as informações contidas nos chips RFID são lidas. Andrea acredita que isso é uma ofensa a sua fé cristã, pois seria uma forma de monitoramento previsto no Livro de Apocalipse.
Sua postura gerou um grande debate depois que recebeu atenção da mídia. De um lado a escola assegura que é uma medida de segurança para os alunos. Por outro, muitos evangélicos da cidade apoiaram a adolescente, exigindo que lhe seja garantido o direito de expressão e o de culto.
Uma batalha judicial está sendo travada no tribunal do Texas e a primeira vitória de Andrea já ocorreu. De maneira preventiva, a escola decidiu interromper o "programa de monitoramento de estudantes" até a decisão legal definitiva. O projeto de San Antonio era um piloto que deveria ser expandido para todas as escolas do Texas num futuro próximo.
De acordo com funcionários da escola, a repercussão do caso de Andrea motivou outros alunos a não quererem ser monitorados pela escola. O Instituto Rutherford está defendendo a família Hernandez, que exige que a filha seja readmitida e possa concluir seus estudos.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Igreja Anglicana inicia mudanças nas cerimônias de batismo

Noticia Gospel Igreja Anglicana inicia mudanças nas cerimônias de batismo

Uma das mais antigas e influentes denominações evangélicas do mundo, a Igreja Episcopal Anglicana, anunciou uma mudança que terá sérias consequências teológicas nos próximos anos. Apoiados pelo seu líder máximo, o Arcebispo de Canterbury Justin Welby, a Igreja iniciou uma mudança nas cerimônias de batismo que exclui a menção ao pecado e ao diabo.

Com cerca de 150.000 batismos por ano só na Inglaterra, as mudanças devem ser brevemente apoiadas pelo Sínodo Geral. A justificativa é que as pessoas que participam das cerimônias precisavam de uma linguagem mais moderna, que pudessem compreender.
A cerimônia de batismo entre os anglicanos ocorre quando a criança é levada pelos pais até o pastor. Através de uma leitura responsiva, os presentes dão declarações de sua fé, com destaque para os pais da criança.
Essas novas perguntas e respostas incomodou muitos dos líderes e teólogos da Igreja, que acusam a liderança atual de quebrar não só uma tradição secular, mas também os ensinamentos da Bíblia. Na prática, é como se a Igreja estivesse decretando o “fim do pecado” e a aposentadoria do diabo.
Vários bispos se manifestaram contrários. Um membro sênior do Sínodo Geral, que não quis ser identificado, disparou: “O problema é que grande parte da Igreja da Inglaterra não acreditam mais no inferno, no pecado ou no arrependimento. Eles acham que podemos simplesmente nos dar as mãos e sorrir… vamos todos para o céu. Isso certamente não é o que Jesus pensava. Se você excluir o pecado original e arrependimento sobra muito pouco da mensagem original do batismo”.
A principal reclamação é que tanto o pecado quanto o diabo foram substituídos pelo termo “mal”. Alison Ruoff, membro do Sínodo Geral de Londres, disse que a nova versão é “fraca, confusa e sem convicção… Ao remover qualquer menção ao diabo e à rebelião contra Deus, somos deixados à nossa própria compreensão vaga do que o conceito de ‘mal’ pode ou não significar”.
O projeto de mudança elaborado pela Comissão Liturgia da Igreja usa como justificativa o fato de que a maioria dos anglicanos hoje em dia só vai à igreja para batizados, casamentos ou funerais.
O bispo Stephen Platten, que preside a Comissão, justifica que o arrependimento está implícito em frases que incitam as pessoas a “se afastar do mal”, e defendeu a omissão do diabo, dizendo que era “teologicamente problemática”. Finalizou dizendo “estamos apenas preocupados de que as pessoas que estão vindo para o batismo entendam o que está sendo dito”.
A polêmica não é nova, existem há pelo menos dois anos movimentos que propõe uma linguagem “menos bíblica e mais realista”. A oração tradicional, descrita no Livro de Oração Comum, sofreu poucas alterações desde que foi instituída, há cerca de 400 anos. A cerimônia de batismo permaneceu inalterada até que foi revista em 1980. Esta é a terceira revisão em 30 anos.
Segundo o bispo Michael Nazir-Ali “Desde a década de 1970 surgiu uma moda na Igreja da Inglaterra que visa minimizar a profundidade e o mistério da adoração por causa da alegada necessidade de tornar os cultos mais ‘acessíveis’. A Igreja de Cristo sempre considerou o arrependimento algo necessário para o início da vida cristã… Por causa de sua vontade que todos sintam-se bem-vindos e seu desejo de não ofender ninguém, o novo batismo quase totalmente acaba com o pecado e com a necessidade de arrependimento”.

Cineasta anuncia filme que mostrará humanidade se aliando a satanás para derrotar Jesus e evitar arrebatamento


Cineasta anuncia filme que mostrará humanidade se aliando a satanás para derrotar Jesus e evitar arrebatamento
O arrebatamento descrito no Apocalipse é o pano de fundo de mais um filme que poderá ser produzido em Hollywood. Depois de “Deixados Para Trás”, estrelado por Nicolas Cage, o próximo deverá ser “Helena Handbag”.
O projeto foi anunciado pelo diretor Kevin Smith, e deverá atrair a antipatia de muitos religiosos por ser bastante polêmico.
Ao contrário de “Deixados Para Trás”, o filme de Smith pretende mostrar uma história em que a humanidade se une a satanás contra Jesus, a fim de evitar o arrebatamento e a destruição do mundo.
Segundo a revista Monet, a proposta para o filme surgiu durante um debate sobre cinema em um podcast. O roteiro foi finalizado por Smith e seus colaboradores no último dia 30 de novembro.
O diretor reconhece que o projeto é ousado: “O orçamento tem que ser baixo. Porque ninguém vai querer fazer esse filme. Mesmo”, disse Smith, admitindo o teor polêmico de seu projeto.

Prefeito nos EUA cria polêmica ao declarar 2014 como Ano da Bíblia


Prefeito nos EUA cria polêmica ao declarar 2014 como Ano da Bíblia
Tom Hayden é prefeito da cidade de Flower Mound, em Texas (Estados Unidos) que começou o ano se envolvendo em uma grande polêmica ao declarar que 2014 será o “Ano da Bíblia”.

A ideia do prefeito é estimular a leitura da Bíblia entre os moradores da cidade, mas muitos se ofenderam com a declaração e passaram a criticar a postura do político.

“Ele foi eleito prefeito, e não líder espiritual de Flower Mound”, disse Curt Orton, que deu entrevista à emissora “Fox”.

Ao defender seu projeto, Hayden lembrou que os valores morais que ajudaram a construir os Estados Unidos são bíblicos e precisam ser resgatados. Para isso o prefeito criou o site thebible2014.com, onde as passagens serão publicadas para que os moradores acessem e leiam diariamente.

“A moralidade que ajudou a construir o nosso país está baseada nos valores que são encontrados na Bíblia”, disse ele.

A ideia do prefeito de Flower Mound vai de encontro com as ações de diversas entidades ateístas que buscam anular a interferência do cristianismo na vida dos americanos, começando pelos símbolos religiosos em espaços públicos e chegando a interferir nas menções à Deus durante os discursos políticos durante as cerimônias de posse.

Missão Portas Abertas alerta para aumento da perseguição religiosa no mundo; Número de cristãos mortos por causa da fé dobrou em 2013


Missão Portas Abertas alerta para aumento da perseguição religiosa no mundo; Número de cristãos mortos por causa da fé dobrou em 2013 Os números da perseguição religiosa contra cristãos confirmam a impressão de que aumentou a “caça” aos seguidores do Evangelho. Um relatório da Missão Portas Abertas nos Estados Unidos diz que os cristãos assassinados por causa da fé em 2013 foram o dobro dos que perderam a vida em 2012.
Os mártires em 2013 somam 2.123, contra 1.201 registrados em 2012, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo. Do total, 1.213 cristãos foram mortos somente na Síria, país que atravessa grave crise institucional e vive uma guerra civil. Lá, os rebeldes acusam, condenam e executam cristãos que considerem apoiadores do contestado presidente Bashar al-Assad.
“Essa é uma contagem bastante mínima baseada no que foi relatado na mídia e que podemos confirmar”, comentou Frans Veerman, diretor de pesquisas para a Portas Abertas, fazendo referência ao levantamento de outras entidades cristãs que estimam o número de mártires do Evangelho em mais de oito mil somente em 2013.
Para Frans, “o extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial”. A Portas Abertas relatou um significativo aumento da violência contra cristãos no continente africano, onde os muçulmanos radicais têm impetrado ataques violentos com maior freqüência.
A Coreia do Norte é considerada pela Missão Portas Abertas como o país que exerce “a mais alta pressão imaginável” contra cristãos, e estima que cerca de 50 a 70 mil fiéis vivam em campos de trabalho forçado para presos políticos. O país ocupa o topo da lista de nações que são vistas como as mais perigosas para o cristianismo, seguida de perto por Somália, Síria, Iraque e Afeganistão.

Muçulmanos fazem ritual com sangue de cristãos

Noticia Gospel Muçulmanos fazem ritual com sangue de cristãos decapitados

Uma freira da Igreja Ortodoxa Síria, Hatune Dogan, está fazendo uma série de denúncias assustadoras. Depois de ser divulgado que alguns cristãos estavam sendo decapitados e outros crucificados, agora o nível da barbárie parece sem precedentes.

Dogan afirma que radicais islâmicos estão vendendo frascos com o sangue dos cristãos que eles decapitaram. Segundo ela, esse sangue é usado em um ritual considerado santo pelos muçulmanos, que ao mesmo tempo expia pecados e dá acesso ao céu.
Os cristãos são decapitados em cerimônias em que são forçados a se ajoelhar, com as mãos e pés atados. Os radicais muçulmanos leem uma sentença de morte imposta por que a vítima se recusou a renunciar ao cristianismo e adotar o Islã. Após a cabeça da vítima ser cortada, o sangue é drenado em bacias e depois engarrafado.
A freira explica que a venda do sangue cristão “é um grande negócio” e “com esse dinheiro, os terroristas muçulmanos pode comprar mais armas”.
Desde o início da guerra civil na Síria que Dogan e outros líderes religiosos vem postando vídeos na internet para denunciar os massacres de cristãos. Ela explica que já recebeu 18 ameaças de morte em sete línguas diferentes, mas que vai continuar denunciando os massacres.
Walid Shoebat, um cristão árabe que foi membro do grupo extremista OLP, antes de se converter, afirma que as denúncias de Hatune são dignas de credibilidade. Ele escreveu em seu blog que “A disposição de Hatune para ajudar os perseguidos é tão grande que ultrapassa o que os demais estão fazendo hoje no Oriente Médio”. Shoebat escreveu ainda que ele mesmo já chamara atenção para isso quando publicou um vídeo de muçulmanos jogando futebol com as cabeças dos cristãos que eles mataram. (Imagens assustadoras: Se quiser assistir clique aqui).
Nascida na Turquia e formada em teologia na Alemanha, a irmã Hatune Dogan já visitou 38 países e trabalhou no Ministério da Caridade e Serviço Social, na Turquia, na África, na Índia e no Oriente Médio.
Michael Maloof, um ex-analista de política de segurança do Departamento de Defesa dos EUA, afirma que Hatune é hoje um alvo preferencial da al Qaeda e de sua afiliada na Spiria, a Jabhat al-Nusra.

Pregador de rua é preso por pregar contra a homossexualidade em praça pública

Pregador de rua é preso por pregar contra a homossexualidade em praça pública

Um pregador de rua foi preso por falar abertamente contra pecados sexuais, que segundo ele, estão inclusos o adultério, promiscuidade e a homossexualidade. A Polícia o deteve após uma mulher prestar queixa aos gritos dizendo que havia se ofendido por ter um filho gay.
O evangelista norte-americano Tony Miano estava divulgando o Evangelho numa das praças de Dundee, a quarta maior cidade da Escócia, e estava acompanhado do pastor Josh Williamsom, líder da Igreja Batista Reformada em Perth. Havia ainda uma equipe de evangelismo formada por fiéis da denominação.
Após os berros inconformados da mulher, uma amiga dela tentou intimidar os demais evangelistas: “Tony não estava focando apenas na prática homossexual – tratava-se de todo pecado. Uma mulher estava gritando com ele e sua amiga percebeu que estávamos filmando a pregação, então ela correu até mim e tentou quebrar minha câmera”, disse o pastor Josh.
Diante do tumulto, Tony, o pastor e a equipe de evangelismo decidiram que seria melhor encerrar as atividades. Segundo o Christian Today, enquanto se organizavam para sair do local, a Polícia abordou o pregador.
“A policial viu que tinha uma câmera e se dirigiu a ela, e em seguida, o policial masculino agarrou-a e jogou-a no carro da polícia”, relatou o pastor Josh. Os policiais conversaram com a mulher que prestou queixa e logo depois, detiveram o pregador. “Depois de Tony foi colocado no carro da polícia eu perguntei por que ele estava sendo preso e foi dito que era por perturbação da paz e uso de linguagem homofóbica”, acrescentou.
O Centro Legal Cristão, entidade que atua pela preservação da liberdade de crença e expressão, afirmou que o pregador Tony Miano não foi interrogado pelas autoridades e está sendo mantido preso de forma não esclarecida.
“Esta parece ser uma reação com excesso de zelo por parte da polícia [...] O incidente aumenta o número de detenções de cristãos evangelistas de rua por pregarem a Bíblia. Isso é um indicativo da supressão da liberdade de falar e viver as palavras de Jesus Cristo em público e apresentar os ensinamentos da Bíblia”, comentou Andrea Minichielo Williams, diretora do Centro Legal Cristão.
Tony Miano é um ex-policial e capelão do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles, e atualmente trabalha como professor de evangelistas de rua.