terça-feira, 10 de julho de 2012

Confira o testemunho da cristã que mesmo após ser espancada por mulheres muçulmanas, manteve sua fé

Confira o testemunho da cristã que mesmo após ser espancada por mulheres muçulmanas, manteve sua fé
Em Bangladesh, uma mulher foi violentamente agredida por muçulmanas, simplesmente pelo fato de ser cristã, Tara, 30 anos, mãe de dois filhos, chegou a ficar inconsciente pela gravidade e intensidade do espancamento. “Elas me bateram como se eu fosse um animal. Eu gritei, então, alguém me atingiu na testa e caí inconsciente. Quando acordei, encontrei-me em um leito de hospital”, relatou a mulher à missão Portas Abertas.
Abdul Rashid, esposo de Tara, contou que não estava presente quando a esposa foi agredida, mas, seus filhos presenciaram tudo. “Quanto voltei pra casa, achei minha esposa inconsciente e sangrando de um ferimento na testa”, “Nossos filhos estavam chorando. Eu não sabia a história completa até minha esposa recobrar a consciência”.
“Ouvi meus vizinhos falarem que iriam nos agredir para evitar que pessoas do vilarejo se tornassem cristãs”, contou Abdul. “Não estou preocupado comigo mesmo, mas temo por minha esposa e filhos”. A conversão do casal ao cristianismo aconteceu em 2011 e foi recebida com muita hostilidade por vizinhos, familiares e amigos.
A situação se agravou após Rashid começar dar aulas de alfabetização a crianças do vilarejo onde mora, ele foi então acusado de estar tentando converter as crianças à religião cristã. Tara foi agredida pelas mulheres muçulmanas enquanto o esposo estava no trabalho. As mulheres foram à sua casa para questionar sobre veracidade da conversão do marido, ela começou a ser agredida verbalmente, e a seguir, fisicamente, quando foi espancada.
Em Bangladesh, embora a constituição do país garanta a liberdade religiosa, a opressão da maioria muçulmana contra a minoria de cristãos é constante, porém, eles têm resistido. “Estou orando seriamente para que Deus nos ajude a carregar esta cruz. Tenho fé que as tensões irão se acalmar e que as pessoas irão abrir suas mentes”, declarou Rashid.

Pastor e ex-travesti: “Deus restaurou minha identidade sexual”


joide miranda
Conheça a história de Joide Miranda, que diz ter deixado a homossexualidade, hoje é casado e tem um filho. Confira o antes e depois
ex+travesti+1 Pastor e ex travesti: “Deus restaurou minha identidade sexual”

Na semana passada, gritos e bate-boca marcaram uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília. O motivo: estava sendo discutido o projeto de decreto legislativo 234/11, conhecido como projeto de “cura” dos homossexuais. A proposta do deputado João Campos (PSDB-GO) quer derrubar o dispositivo do Conselho Federal de Psicologia que proíbe profissionais de atender pacientes gays que desejam mudar sua orientação sexual.
Para alguns especialistas, essa mudança é impossível. Não é o que pensa o pastor Joide Miranda, de 47 anos. O religioso mora em Cuiabá com a esposa Edna, com quem está há 17 anos, e seu filho Pedro, de 1 ano e 9 meses. Na capital matogrossense, ele fundou a ABexLGBTT (Associação Brasileira de Ex-LGBTTs), entidade que ajuda pessoas que “desejam deixar voluntariamente o estado da homossexualidade”.
O estímulo para aqueles que o procuram é a sua própria história: aos 12 anos, Joide assumiu sua homossexualidade, aos 14, virou travesti, aos 21, foi viver uma relação homoafetiva com um italiano e, aos 26 anos, deixou tudo para trás após virar evangélico. Hoje, diz estar 100% restaurado na sua identidade heterossexual.
“A homossexualidade é uma conduta aprendida. Deus restaurou minha identidade e, quando ele faz isso, não há força maligna que faça voltar atrás”, diz ele. “A pessoa precisa substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Tem que encher a mente com as coisas de Deus. Precisa do esforço da pessoa”, ensina o pastor.
ex+travesti+2 Pastor e ex travesti: “Deus restaurou minha identidade sexual”
A entrevista ao iG ocorreu durante uma viagem ao Rio, onde foi convidado a pregar em uma igreja evangélica em Marechal Hermes, bairro da zona norte da cidade. No bate-papo, recheado de citações bíblicas, Joide Miranda contou sua história, descreveu o que um homossexual deve fazer para deixar de sentir desejo por pessoas do mesmo sexo, disse como iniciou o romance com sua esposa, criticou igrejas evangélicas GLS e fez alertas aos pais sobre os desenhos que as crianças assistem, citando o filme ” Rio “. Leia a entrevista:
iG: Qual é o objetivo da ABexLGBTT? Pastor Joide: Abrimos a associação para apoiar aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade. Eles não têm onde receber apoio e precisam de acompanhamento espiritual e psicológico. A entidade serve para mostrar a eles que há, sim, uma resposta. Atendo há mais de dez anos essas pessoas e tenho uma metodologia que não sai da Bíblia. Não sou psicólogo, sou um estudioso da Bíblia.
iG: A associação seria uma espécie de alternativa? O Conselho Federal de Psicologia possui uma resolução que proíbe tratar a homossexualidade como um transtorno.
Pastor Joide: A Organização Mundial da Saúde decretou que homossexualidade não é doença, mas, na verdade, eu sofri um transtorno egodistônico. Isso estava na Classificação Internacional de Doenças (CID) da psicologia, mas foi retirado. Precisei passar por uma psicóloga que conhecia e era evangélica. Hoje, se um indivíduo procurar uma clínica e disser que sofre de um transtorno egodistônico de sua identidade sexual, o profissional está proibido de atender. Existem muitas pessoas com esse tipo de transtorno que não querem vivenciar essa vida e sofrem.
G: O senhor rejeita, então, a ideia de que a pessoa nasce homossexual?
Pastor Joide: (Enfático) Eu também acreditava nisso, mas a homossexualidade é uma conduta aprendida. Quando você conhece Deus, percebe que ele é soberano em todas as coisas. Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança? Se ele quisesse que eu vivenciasse aquele estado em que estava, tinha me feito com uma vagina.
iG: Quando duas pessoas estão juntas, mesmo sendo do mesmo sexo, elas teoricamente se amam. Deus não é amor?
Pastor Joide: Um rapaz me disse uma vez que Deus estava no seu relacionamento. Se estivesse, ele iria fazer o rapaz sentir prazer no ânus, onde chega toda a sujeira do corpo? (Indignado) Que Deus é esse que faz um homem sentir prazer ao penetrar no ânus de outro homem?
iG: Mas é, de fato, possível deixar de ser gay?
Pastor Joide: Com certeza! Se não fosse, a Bíblia estaria mentindo. O problema da homossexualidade não está embaixo e, sim, na mente. Muitas pessoas que querem mudar dizem que não estão na prática do sexo, mas se masturbam pensando em homens. Como é que eles querem ser libertos? Quando você se masturba, força sua mente a trazer desejos pecaminosos. Ao invés de purificá-la, você está forçando-a se tornar mais pornográfica. É preciso restaurar a mente.
iG: E como fazer isso? Pastor Joide: A restauração da mente só vem através da conversão. A pessoa precisa substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Na Epístola de São Paulo aos Romanos, no capítulo 12, versículo dois, a Bíblia diz: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito”. Isso quer dizer que meu círculo de amizade tem que ser transformado, as coisas que assisto e que me levam a ter uma mente pornográfica têm que ser mudadas. Se quero ser restaurado na minha identidade sexual, tenho que encher minha mente das coisas de Deus.
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iG: Mas isso deve levar um tempo…
Pastor Joide: Não é do dia para a noite. Precisa do esforço da pessoa. É isso o que muitas pessoas não conseguem entender. Elas falam que estão há muito tempo na igreja e os desejos continuam na mente. O que elas têm feito para que isso aconteça? Têm lido a Bíblia, têm buscado as coisas de Deus, têm caminhado com o senhor? As pessoas acham que Deus é uma fada madrinha e tem obrigação de fazer todas as coisas. Muitas coisas dependem exclusivamente de nós.
iG: Como foi essa mudança para o senhor?
Pastor Joide: Eu me vestia, falava e andava como uma mulher. Sentava e cruzava as pernas. Sentar de perna aberta foi um exercício, um esforço muito grande. Eu tinha o conhecimento da palavra, Deus estava no comando de todas as coisas, mas tive que lutar. Quando dou palestras, pergunto aos presentes se eles acham que foi fácil sentar de perna aberta e coçar o saco. Não foi, não! (ri) Um anjo não desceu dos céus e disse que eu tinha que coçar o saco. Eu me cobrava: “Joide, senta como homem! Coça o saco!” (ri) Quando existe o querer da pessoa, Deus age e opera.
ex+traveco+quase+atual+5 Pastor e ex travesti: “Deus restaurou minha identidade sexual”
iG: Essa atitude de mudança não pode soar como homofóbica? Não devemos amar igualmente os irmãos?
Pastor Joide: Amar, sim. Amo todo mundo. Amo os homossexuais, só não concordo com a prática do homossexualismo. É totalmente diferente.
iG: E, na sua opinião, o que leva uma pessoa a virar homossexual?
Pastor Joide: São vários fatores. O que mais vemos são abusos sexuais na infância. Temos também rejeição no ventre. Às vezes o pai sonha em ter um filho e, de repente, vem uma menina. Outro fator são os pais que suprem toda a necessidade material do lar, mas trabalham tanto que chegam em casa cansados para ouvir e brincar com os filhos. Há ainda as crianças sem referencial paterno, só materno. O menino quer brincar com boneca e a mãe não interfere. Leva ao psicólogo e ouve que não tem nada a ver e vai passar. Se formos olhar a infância, em 99% dos casos o estado da homossexualidade começou lá. O inimigo das nossas almas sempre age no início. É por isso que todos dizem que nasceram assim.
G: O senhor costuma dizer que a mídia faz apologia aos gays. Os pais devem ficar atentos à programação na TV?
Pastor Joide: A televisão traz uma péssima influência para as crianças. Quais são os filmes e desenhos que elas assistem hoje? Os pais não têm essa visão. Atarefados, largam os filhos em frente à TV. Pare e preste atenção. No filme “ Rio ”, por exemplo. Tem um buldogue fantasiado de Carmen Miranda! (Indignado) Onde já se viu um cachorro brabo usar biquíni e fantasia de Carmen Miranda? Também tem um barbudo, segurança do centro de recuperação de aves, que sai do armário de tanga e rebolando. ( assista às cenas do filme “Rio” citadas pelo pastor ) Qual é o objetivo? Saí do armário, declarei o que sou. Irmão, isso se chama mensagem subliminar! Os pais precisam estar atentos. O adulto não percebe, mas a criança, sim.
iG: Como foi sua infância? Como era a relação com seus pais?
Pastor Joide: Não tive uma boa relação com meu pai. Ele era alcoólatra, extremamente agressivo. Em frente a minha casa morava um advogado. Quando tinha seis anos, esse vizinho me levou para a casa dele e me molestou. Não houve penetração, mas fiquei machucado. Cheguei em casa chorando, mas tive medo de contar para meu pai. O advogado também me ameaçou, dizendo que ia me desmentir se eu contasse. Só que depois ele começou a me tratar bem. Eu ia para a casa dele e recebia carinho e balas. Comecei a ganhar desse homem o que não recebia do meu pai e ele começou a me molestar. Quando tinha sete anos, ele me levava para o motel, tocava em mim e pedia para eu fazer sexo oral. Ele fazia sexo oral em mim e se masturbava. Ainda me dava doces. Acabei ficando viciado nisso. Logo vieram brincadeiras com outros meninos…
iG: Seus pais não perceberam nada?
Pastor Joide: Eu me tornei uma criança muito agressiva. Parei de estudar e meus pais não perceberam nada. Sou o único homem de quatro filhos. Minha mãe não se preocupou tanto comigo, tomava mais conta das meninas. Minha casa também vivia em pé de guerra. Meu pai bebia, agredia minha mãe, me espancava e batia nas minhas irmãs. Foi nesse cenário que aos 12 anos assumi minha homossexualidade.
iG: Como ficou a relação com seus pais após isso?
Pastor Joide: Com meu pai já não tinha um bom relacionamento. A minha mãe sofreu e chorou muito. Amado, vou falar uma coisa: por mais que a mídia faça apologia ao homossexualismo e de que os pais têm que aceitar a opção de seus filhos, no fundo, nenhum pai aceita porque é um vazio dentro da alma. Todo pai sonha com a continuidade da família. A situação na minha família foi ficando insustentável porque o problema não era mais só com meu pai e, sim, também com minha mãe e minhas irmãs. Elas diziam que eu era uma vergonha e minha mãe dizia que não tinha me feito daquele jeito.
ex+traveco+gospel+6 Pastor e ex travesti: “Deus restaurou minha identidade sexual”
iG: E por que virou travesti?
Pastor Joide: Eu tinha 14 anos. Segui esse caminho por causa da situação em que me encontrava. Parei com meus estudos e saí de casa. Vi na esquina um grupo de travestis e percebi que eles entravam e saíam de dentro dos carros. Perguntei se eles ganhavam dinheiro naquela vida e ouvi que ganhavam muito. O diabo soprou no meu ouvido que aquela era uma forma de me vingar do meu pai porque ele vivia dizendo que eu não valia nada, que era um inútil. Fui provar para ele que ia ser alguém na vida.
iG: A prostituição te deu muito dinheiro?
Pastor Joide: Um travesti me levou para a esquina e ali comecei a ganhar dinheiro, ainda em Cuiabá. Fui ganhando cada vez mais e me disseram que no Rio teria mais lucro. No Rio, me disseram que em São Paulo ganharia mais. Segui pra lá, onde coloquei quatro litros e meio de silicone no meu quadril. Em São Paulo, conheci travestis com carro do ano, muito chiques. Perguntei onde eles ganhavam tanto dinheiro e me disseram que em Paris ganhava-se mais…
iG: E foi para a França?
Pastor Joide: Já fazia cinco anos que estava na prostituição, juntei uma quantia e viajei. Cheguei a retornar ao Brasil, mas não me adaptei. Voltei para a Europa e morei em Portugal, na Espanha, Itália e Grécia. Em Barcelona, coloquei 380 ml de silicone no peito. Em Milão, conheci um italiano que dizia ser apaixonado por mim. Ele me levou para conhecer sua família, fomos morar juntos e deixei a prostituição.
iG: Como foi esse relacionamento?
Pastor Joide: Não há fidelidade nesse tipo de relação. Meus amigos não eram fiéis aos seus parceiros, como eu não era ao meu e nem ele a mim. Esse é um aspecto que a mídia não mostra. Uma coisa é estar diante da sociedade, outra coisa é quando se encontra só. Na frente das pessoas, mostrávamos o glamour, todos bonitos e produzidos. Quando nos encontrávamos a sós na madrugada, questionávamos a vida miserável que estávamos vivendo. Muitos iam para as drogas e bebidas para disfarçar aquela hipocrisia. Olhava meus amigos gays e travestis na faixa de 50 e 60 anos e via como eles sofriam. Não tinham parceiros e aqueles que tinham era por causa do dinheiro. Eu pensava que, se não morresse naquele momento, aquilo ia acontecer comigo.
iG: Quando as coisas começaram a mudar?
Pastor Joide: Minha mãe aceitou Jesus e começou a falar que ele tinha uma obra para minha vida. Mas eu achava que não havia solução. Um dia, com mais de cinco anos de relacionamento com o italiano, flagrei uma traição dentro da minha casa. Fiquei muito abalado porque entendi que a beleza que eu tinha não adiantava nada. Voltei ao Brasil e fui à igreja após um convite da minha mãe. No culto, o Espírito Santo falou ao meu coração e entreguei minha vida a Jesus. Não foi fácil. Foram quatro anos de renúncia, sendo acompanhado por uma psicóloga. O meu interior estava todo bagunçado.

iG: Chegou a ter recaídas nesse período?
Pastor Joide: (Enfático) No primeiro ano, claro que tive! Só que nelas eu chorava, pedia socorro e procurava a pastora que me ajudava. Falava que não ia dar conta. Foi aí que Deus deu o discernimento para ela e fui viver na sua casa. Lá, tive uma injeção de fé.
iG: Como conheceu sua esposa?
Pastor Joide: Enquanto dava o meu testemunho em um ginásio. Dois meses depois, nos reencontramos. Ela foi à igreja onde eu frequentava e começamos a ficar amigos. Gostei tanto dela que, quando vinha a vontade de voltar ao passado, dizia que não podia decepcioná-la. Ela confiava demais em mim. Ainda éramos amigos e eu falava para a Edna chorando que não ia dar conta. Mas ela dizia que eu ia conseguir, sim. Olhava e pensava: essa menina é realmente minha amiga. Isso foi criando uma força.
iG: Na construção do relacionamento, foi fácil começar a desejar uma mulher?
Pastor Joide: Quando comecei a ter sentimentos pela minha esposa nem eu mesmo queria. Mas comecei a observar que era um sentimento diferente, algo que não tinha tido por ninguém. Minha mão suava, meu coração parecia que ia sair pela boca e me dava uma tremedeira. Depois entendi que estava apaixonado e que esse amor vinha do trono da glória de Deus. Quando ficamos noivos, sonhava, desejava e ansiava em tê-la nos meus braços. Posso dizer que casei virgem porque fazia uns quatro anos ou mais que não tinha relação com ninguém. Era um novo homem. A Edna não casou com um travesti e, sim, com um homem 100% heterossexual, restaurado na sua identidade sexual pelo poder do evangelho. Entre namoro, noivado e casamento já são mais de 17 anos.
 G: O senhor ainda conta com alguma ajuda psicológica?
Pastor Joide: Não preciso mais. Posso ver homem nu, de bunda de fora. Deus restaurou minha identidade e quando ele faz isso não há força maligna que faça você voltar atrás. Mas não fiquei com amnésia. Lembro do meu passado, as feridas foram cicatrizadas, mas estão aqui. Elas servem para cicatrizar as feridas expostas de outras pessoas.
iG: Qual é sua opinião sobre as igrejas evangélicas inclusivas, que aceitam gays?
Pastor Joide: Amigo, as pessoas usam a Bíblia para satisfazer a vontade da carne. Elas não querem crucificar a carne, querem viver um cristianismo sem renúncia. O fato de as pessoas andarem com Jesus, falarem dele e abrirem igrejas não quer dizer que elas estão com Jesus. Esses pseudopastores fundam essas igrejas dizendo que Jesus é amor, mas ele também é justiça. É mais fácil achar que Jesus é só amor e viver no pecado. A crucificação dói e muitos não querem isso…
iG: Como o senhor pretende contar a sua história para seu filho daqui a alguns anos?
Pastor Joide: Com a maior naturalidade possível. Vou contar que o pai vivia na iniquidade e não conhecia Jesus. Quando o pai é amigo, conselheiro e explica, não tem confusão. Quero começar a conversar sobre sexualidade com meu filho aos cinco anos. Quando ele começar a ir à escola, vou falar para não deixar ninguém pegar na sua bunda. “Filho, não tem nada de (faz voz de criança) piu-piu”. Quando dou banho nele, brinco e falo: (engrossa a voz) “Tira o cacete pra fora, rapaz!” Se minha mãe me corrige, dizendo que não é cacete, respondo: (bravo) “Que negócio é esse da vovó dizer bilu? Bilu, o quê? É pinto, cacete, pau! (ri)
Com as informações IG

Ex-agente do FBI afirma ter visto anjos no local da queda de avião no dia 11 de setembro

Ex-agente do FBI afirma ter visto anjos no local da queda de avião no dia 11 de setembro
A ex-agente do FBI, Lilie Leonardi, foi uma das responsáveis pelo atendimento ao local do acidente do Voo 93, na Pensilvânia, logo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Atualmente aposentada por estresse pós-traumático, Leonardi afirma ter visto anjos no local, na primeira vez em que chegou à cena.
- Os anjos começaram a aparecer no perímetro do local do acidente – afirmou, em uma entrevista à TV WTAE.
- Estavam vestidos como guerreiros, como centuriões romanos, e eram tantos, não dava para ver o rosto deles – contou ainda a ex agente, que recentemente publicou um livro sobre seu relato, intitulado “In the Shadow of a Badge: A Spiritual Memoir” (“À Sombra de um Distintivo: uma Memória Espiritual”).
Ela conta que ficou impressionada ao chegar para atender ao chamado, porque não havia corpos no local. Ela afirma que, mesmo acostumada a cenas de crimes, aquela em específico a deixou chocada.
- De repente, comecei a ver uma luz cintilante. E dava para ver muitos anjos aparecendo. Um deles em particular, na frente, que eu conhecia, era o Arcanjo Miguel. Ele sabia que eu estava lá para fazer algo. Eu só não sabia o que era naquele momento. Pelo que sei, ele é um canal para Deus. Então eu sou o canal para outras pessoas escutarem o que precisa ser dito. E fica a cargo delas decidir o que fazer – relata em um vídeo publicado em seu site, segundo a LifeSiteNews.
Segundo Leonardi, ela teria guardado esse segredo durante dois anos, para que não pensassem que havia ficado louca. Quando os sintomas do estresse pós-traumático começaram a aparecer de maneira contundente ela contou o que viu às pessoas, inclusive ao seu antigo supervisor do FBI, Kenneth McCabe, e ao Pe. Ron Lengwin, da diocese de Pittsburgh.

Bebê sobrevive a rara cirurgia de transplante de fígado e mãe afirma ter sido um milagre

Bebê sobrevive a rara cirurgia de transplante de fígado e mãe afirma ter sido um milagre
Um bebê de apenas dois meses sobreviveu a uma rara cirurgia de transplante de fígado, e sua mãe credita sua melhora a um milagre. Arthur foi vítima de uma da hepatite fulminante deteriora as funções do fígado e na maioria das vezes leva à morte.
De acordo com o The Christian Post, o bebê começou a ter diarreia e em seguida foi constatado que seu fígado havia parado e precisava de um transplante urgente.
- A doença evolui muito rápida para óbito – explicou o médico Ênio David Mente, coordenador do transplante hepático no Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto (SP).
Para a mãe da criança a explicação para tal caso é o milagre.
- A gente recebeu uma benção dessa família que perdeu uma criança e doou o órgão. A gente diz que é um milagre, porque recebemos nosso filho de volta – afirma a mãe do bebê, Elaine Argenton Cristófaro, que afirma ter sido uma luta contra o tempo.
O desafio dos médicos foi grande. Primeiro eles tiveram que conseguir o doador, que acabou sendo uma menina de 7 anos. A idade doadora acabou levando à outra situação, pois os médicos tinham o desafio de adaptar o órgão que era de uma criança de 7 anos, para Artur de dois meses, procedimento que exige uma manipulação minuciosa.
Elaine Cristóraro afirma hoje, o bebê com quatro meses, é “perfeito, mama, brinca e dorme normalmente, como se tivesse nascido de novo para os seus pais”,

CONFIRA A NOVA CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO!

Todos os anos, a Portas Abertas publica uma lista com os os 50 países mais opressores ao cristianismo. Em 2012, os cinco países onde é mais difícil viver como cristão são:
1. Coreia do Norte
2. Afeganistão
3. Arábia Saudita
4. Somália
5. Irã
Divulgue a causa daqueles que pagam um alto preço somente porque escolheram seguir a fé cristã.
A Portas Abertas desenvolveu a Classificação de países por perseguição com base em suas experiências de campo, pois precisava de algum padrão para comparar a situação da Igreja cristã em vários países. Por exemplo: como comparar a perseguição na China com a da Arábia Saudita? Esse padrão precisava ser o mais objetivo possível. E a Classificação tornou possível distinguir situações e delinear prioridades para ações e projetos. Esse é o valor fundamental do levantamento: uma forma de determinar onde a necessidade é mais urgente.
O trabalho é renovado todos os anos pelo departamento de pesquisa da Portas Abertas Internacional e visa fundamentar as ações empreendidas no campo. Embora os métodos empregados na confecção da Classificação procurem ser o mais fidedignos possível, a lista não tem a pretensão de ser vista como um trabalho acadêmico strictu sensu. Desse modo, a Portas Abertas recomenda aos usuários que tomem a Classificação mais como um elemento de mobilização e conscientização do que como um relatório acadêmico.
Como a Classificação é formada
Ao chegar a um país, a Portas Abertas procura os cristãos locais e lhes pergunta como pode ajudá-los. Em 95% dos casos, esses cristãos pedem oração. O segundo pedido sempre é por Bíblias, materiais de estudo e treinamento.
A Portas Abertas seleciona os países que irá ajudar a partir dos seguintes critérios:
• A Igreja local pode extinguir-se caso não haja ajuda externa
• A obtenção de Bíblias não é possível por meios oficiais
• Existe possibilidade logística (condições de transporte, armazenagem e distribuição dos materiais)
• O país está em localização estratégica e recebeu a solicitação de irmãos locais
A Portas Abertas não atua nos 90 países pesquisados. Também não são necessariamente desenvolvidos projetos nos 50 países da lista, mas dentre os 90 países, cerca de 50 possuem projetos de campo sendo desenvolvidos pela Portas Abertas.
Atualmente, a pesquisa é realizada por meio de alguns contatos, mas a Portas Abertas Internacional está em vias de obter o apoio de um órgão externo que endossará a lista. A Classificação hoje é o resultado de um questionário específico, desenvolvido com perguntas padronizadas sobre:
• A situação legal dos cristãos no país
• A atitude do regime político em relação à comunidade cristã
• A liberdade da Igreja para organizar eventos
• O papel da Igreja na sociedade
• O tratamento de cristãos considerados individualmente
• Outros fatores limitadores da vida de igrejas e cristãos.
As respostas a essas questões oferecem um bom vislumbre sobre a falta de liberdade de opção religiosa e prática da fé. Há 49 questões desse tipo para serem respondidas. São perguntas de múltipla escolha e a cada resposta é atribuída uma avaliação em pontos.
Quanto mais pontos um país recebe, pior a situação. Dessa forma, a Portas Abertas resolveu o problema de comparar países entre si e montou uma lista com maior objetividade. Com uma rede internacional de informantes, a organização publica uma atualização da lista todos os anos.
Os dados são coletados por meio de alguns contatos:
• As igrejas locais nos países onde há perseguição, a fonte mais importante de informações
• As bases de projeto, que informam sobre os países onde trabalham
• Especialistas em várias áreas de conhecimento nesses países
• Viajantes, que são convidados a colaborar com suas impressões sobre a situação atual do país
• Funcionários da Portas Abertas Internacional, que levam o questionário em suas viagens e pedem a diversos contatos que o preencham.
O procedimento é executado desde 1993. Desde janeiro de 2003 a Classificação de países por perseguição é atualizada uma vez ao ano
Para saber mais visite http://www.portasabertas.org.br/

ABGLT solicita ao Ministério Público a proibição da venda de livro cristão sobre suposto plano de ativistas gays para dominar a sociedade

ABGLT solicita ao Ministério Público a proibição da venda de livro cristão sobre suposto plano de ativistas gays para dominar a sociedade
O livro “A Estratégia – O plano dos homossexuais para transformar a sociedade”, do reverendo Louis P. Sheldon, está sendo lançado no Brasil em meio a polêmicas com o movimento LGBT.
Sheldon é um reverendo presbiteriano que coletou dados e observações durante 33 anos, e transformou sua pesquisa em um livro, onde ele afirma que o movimento homossexual vem desenvolvendo um plano para dominar a sociedade. O autor divide sua abordagem em duas partes, e na primeira, afirma que existe um paradoxo ou incoerência entre a conduta dos ativistas gays e suas afirmações, classificadas por ele como “fraudulentas”. Na segunda parte, o autor aponta que o “lobby homossexual” tem atacado os valores tradicionais e morais em várias esferas da sociedade. Há ainda sugestões do autor sobre como cristãos devem se portar na defesa do casamento tradicional.
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transsexuais (ABGLT) enviou ao Ministério Público um ofício solicitando a proibição da venda do livro editado pela Central Gospel.
De acordo com o site Mix Brasil, no pedido, a ABGLT afirma que “entende que a liberdade de expressão não garante um direito à incitação do ódio, da intolerância e da discriminação contra homossexuais e pessoas LGBT em geral”.
O texto do ofício enviado ao MP requere que os promotores leiam o livro para avaliar seu conteúdo e decidirem se é possível uma ação para a retirada da publicação do mercado: “analisem o livro em questão para verificarem se entendem cabível uma ação judicial para que ele seja retirado de circulação, na mesma linha que o STF decidiu no julgamento do HC nº 82/424. Neste histórico julgamento, no qual o STF considerou o antissemitismo uma espécie de gênero de racismo, ele afirmou que a liberdade de expressão não garante um direito ao racismo e aos atos ilícitos em geral”.

Atleta conta testemunho e 1500 pessoas se convertem em culto evangelístico

Atleta conta testemunho e 1500 pessoas se convertem em culto evangelístico
No mês de junho, o jogador de futebol americano Tim Tebow, um dos atletas mais influentes dos Estados Unidos na atualidade, participou de um culto evangelístico na cidade de San Diego, Califórnia. Tim deu seu testemunho diante de milhares de pessoas que estavam presentes no estádio Qualcomm levando 1500 pessoas a se converterem ao evangelho.
O evento, que foi organizado pela igreja Shadow Mountain Community Church, teve várias participações especiais, mas, a mensagem de Tim Tebow impactou as mais de 28 mil pessoas que estavam presentes no estádio. Ele as convidou a viverem uma vida dedicada à glória de Deus.
Ainda durante o seu discurso, o quarterback dos Jets de New York foi entrevistado pelo Dr. David Jeremiah, que é pastor da igreja que organizou o evento e também criador do programa de rádio “Turning Point”.