Digital clock

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Em queda acentuada nos últimos 50 anos, evangélicos já não são maioria nos Estados Unidos, aponta pesquisa

Em queda acentuada nos últimos 50 anos, evangélicos já não são maioria nos Estados Unidos, aponta pesquisa
Uma recente pesquisa realizada pelo Instituto Pew sobre Religião e Vida Pública apontou que pela primeira vez os protestantes já não são maioria nos Estados Unidos.
Há 50 anos, a quantidade de evangélicos nos EUA beirava os 70%, e atualmente, somam pouco menos que 50%.
A perda de fiéis das igrejas protestantes no país se deu basicamente entre os brancos, pois entre os negros, não foi registrada queda significativa no percentual.
Como possíveis causa dessa mudança de cenário, estão a desilusão de jovens com as denominações conservadoras, que pregam contra o homossexualismo, a mudança cultural que indica tendência de isolamento social e ainda, o processo de secularização que países ricos sofrem, a exemplo de Canadá e nações europeias. Até então, os Estados Unidos eram a exceção em relação a esse tema.
A pesquisa do Instituto Pew, de acordo com informações do site Último Segundo, aponta ainda que as pessoas que se declaram sem religião são o terceiro maior grupo social do país, com 19% da população, atrás dos católicos, que chegam a 22%.
Porém, os dados que apontam mudanças significativas na sociedade estadunidense são vistos por alguns como algo a ser melhor avaliado. A reverenda Eileen W. Lindner afirmou ao The New York Times que não há motivos para pânico: “Muitas pessoas irão ler este estudo e dizer: ‘Isso é terrível! O que está acontecendo com a nossa cultura?’ Eu, como cientista social e pastora, pediria cautela [...] Muitos jovens não participam muito dos cultos, mas se fazemos um projeto de missão, eles normalmente comparecem. Eles administram as cozinhas, eles constroem as casas no projeto Habitat para a Humanidade. Eles podem até não comparecerem nos domingos, mas não abandonaram a sua fé”, disse, demonstrando tranquilidade.

Menina paquistanesa baleada por talibãs pode ter melhora clínica

Menina paquistanesa baleada por talibãs pode ter melhora clínica
A menina paquistanesa de 14 anos que foi baleada por talibãs por militava pela educação de meninas em seu país está melhorando seu quadro clínico. Malala Yousufzai foi transferida para Birmingham, na Inglaterra e está sob cuidados médicos.Os profissionais que estão cuidando dela acreditam que ela vai se recuperar totalmente.
O hospital é especializado em ferimentos por armas de fogo e cuida de soldados britânicos feridos em combate.
Malala criou um blog onde denunciava as dificuldades de se viver na região do Vale do Swat, controlada pelo talibã, grupo extremista que proíbe a educação para mulheres.
A atitude corajosa enfureceu os talibãs. Na semana passada Malala foi vítima de tiros quando homens armados interceptaram a vã escolar em que a menina e outros alunos usavam para transporte à escola.
O caso repercutiu dentro e fora do Paquistão. O governo do país chegou a anunciar a recompensa de US$ 1 milhão pela captura do líder talibã que assumiu a responsabilidade pelo ataque contra a jovem.
Malala atualmente se encontra cercada de seguranças em território inglês. O talibã voltou a fazer ameaças contra a menina, que pode não mais voltar a seu país natal.
Segundo o G1, a Inglaterra possui relações especiais com o Paquistão, sua ex-colônia. O caso repercutiu intensamente no Reino Unido.

Estudo: 350 milhões de cristãos sofrem perseguição em todo o mundo

Estudo: 350 milhões de cristãos sofrem perseguição em todo o mundo
Cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação religiosa em todo o mundo. Soma-se a esse número o dado de que os ataques contra cristãos aumentaram 309% entre 2001 e 2010. Estas são algumas conclusões do  relatório sobre liberdade religiosa divulgado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) nesta terça-feira (16).
O diretor da seção espanhola da AIS Javier Menéndez Ros disse que “a falta de liberdade religiosa e as ameaças só têm aumentado em diversas partes do mundo.” Em  133 dos 196 países analisados constatou-se que o direito à liberdade religiosa piorou, segundo a publicação espanhola ABC.
Países que passaram pela chamada “primavera árabe” – série de revoltas em meio à transição democrática em países árabes – viram a insegurança dos cristãos se intensificar. Isso aconteceu, segundo Ros, particularmente na Tunísia, Egito e Líbia.
Mas alguns países africanos também passam por situação semelhante. Entre eles estão Quênia, Mali, Nigéria, Chade e Sudão em que atuam extremistas islâmicos.
Segundo avaliação dos especialistas que elaboraram o estudo a situação é particularmente problemática em países que possuem uma religião oficial em sua Constituição. Isso acaba por não dar espaço a outras crenças. No Tajiquistão, por exemplo, é possível expulsar legalmente pessoas de diferentes credos.
A China também constitui um dos países onde há crescente discriminação religiosa. É uma situação preocupante, segundo Ros, pois o governo tem um “controle global” dos membros da Igreja Católica.
Na própria Europa foram notados vários grupos laicizantes que tentam impor idéias seculares, bem como em estados indianos, que possuem leis que impedem a mudança de religião.
O relatório é elaborado a cada dois anos e estuda a liberdade religiosa em 196 países.

Cética, atriz Alinne Moraes afirma ter fé apenas em si mesma: “Eu sou meu próprio Deus”

Cética, atriz Alinne Moraes afirma ter fé apenas em si mesma: “Eu sou meu próprio Deus”
A atriz Alinne Moraes interpretará uma personagem supersticiosa na nova minissérie da TV Globo, “Como aproveitar o fim do mundo”, que estreará no próximo dia 02/11.
O programa terá oito capítulos e adotará um tom de gozação sobre as previsões de que o mundo acabará no próximo dia 21/12, de acordo com diversas interpretações do calendário maia.
Em entrevista ao jornal “O Globo”, Alinne afirmou ser exatamente o oposto de sua personagem, e ressaltou acreditar em poucas coisas que vê e ouve: “A cada dia estou mais realista. Tenho acreditado cada vez mais em poucas coisas”, pontuou.
Sobre fé e religião, a atriz afirma que sua crença se baseia naquilo que pode alcançar pessoalmente: “As pessoas te cobram que você acredite em alguma coisa, e eu acredito em mim, tenho fé em mim. Eu sou meu próprio Deus. Sou escrava da minha própria criação”.
A atriz afirma ainda que com o passar do tempo, a necessidade de adotar certas posições a respeito de temas complexos a impulsionaram a fazer escolhas: “Quando eu tinha menos de 20 anos, costumava que era muito nova para responder no que acreditava. Hoje, como não sou mais tão nova, sinto que devo me posicionar”.

Embaixador do Irã se reúne com deputado da bancada evangélica e confirma oficialmente absolvição do pastor Youcef Nadarkhani

Embaixador do Irã se reúne com deputado da bancada evangélica e confirma oficialmente absolvição do pastor Youcef Nadarkhani
O embaixador iraniano no Brasil confirmou a absolvição e libertação do Pastor Yousef  Nadarkani em reunião com o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) na última terça-feira, 16/10.
O deputado Roberto de Lucena reuniu-se na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados com o embaixador da República Islâmica do Irã, Mohammad Ali Ghanezadeh, com o objetivo de tratar de assuntos diversos, como o sistema prisional iraniano e as leis carcerárias do país, além de temas relacionados aos Direitos Humanos. O deputado, que é evangélico também levou em sua pauta a proposta de aproximar as relações daquele país com o Parlamento Brasileiro.
Roberto de Lucena, ao lado do Presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Domingos Dutra (PT-MA), saudou o Embaixador como vice-líder do Partido Verde no Congresso Nacional, membro da Comissão de Relações Exteriores e da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, além de vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica e vice-presidente da Frente da Família.
Na ocasião, o Embaixador Mohammad  Ali Ghanezadeh confirmou oficialmente ao deputado a absolvição e libertação do pastor Yousef Nadarkhani, que era mantido preso sob acusações de apostasia da fé islâmica, e corria o risco de ser condenado à pena de morte.
Roberto de Lucena, que junto à bancada evangélica, defendeu a liberação de Nadarkhani, manifestou satisfação com a notícia, repassada pelo embaixador: “A partir de agora nossos corações estão mais tranquilos. Espero que outros casos, como os dos Bahais, tenham o mesmo desfecho. Nesta minha celebração, rendo homenagem ao povo iraniano, de reconhecida bravura e tradição, presente em nosso país através de milhares de seus filhos”, afirmou.
Quando a notícia da libertação do pastor Nadarkhani foi divulgada em jornais de todo o mundo, o site norte-americano Christian Post destacou a participação dos parlamentares evangélicos brasileiros no processo de negociação para que Youcef fosse absolvido: “Nós fizemos uso da tribuna repetidas vezes para mostrar que o Brasil estava atento ao caso Nadarkhani. Eu  cheguei a propor que o Irã expulsasse o pastor porque nós o receberíamos aqui”, relembrou o deputado.

Jovens cristãos no Egito se reúnem em evento de oração e adoração no deserto

Jovens cristãos no Egito se reúnem em evento de oração e adoração no deserto
Os cristãos no Egito tem enfrentado grandes desafios em sua jornada em 2012. Depois da eleição de um presidente da Irmandade Muçulmana, Mohammed Mursi, e a morte do papa da Igreja ortodoxa Copta milhares de cristãos estão fugindo de sua terra natal pelas incertezas em seu futuro.
Para buscar direção e discernimento espiritual, milhares de jovens cristãos viajaram milhares de quilômetros e reuniram-se no deserto ao norte do Cairo para adorar e buscar ao Senhor. Os adoradores viajaram durante três dias para estarem reunidos.  Durante várias horas por dia clamaram pela presença de Deus em suas vidas, conforme descreve um líder cristão presente, que falou ao Charisma.
“Sentamo-nos entre mais de 10.000 jovens, adoramos com eles em um clamor santo, ouvindo mensagens poderosas e desafiadoras e oramos pela poderosa presença de Deus em nossas vidas.  Realmente, é difícil de descrever em palavras”, diz o líder cristão. Ele contou que viu poucos espaços vazios entre os milhares de jovens sentados por todos os lados.
O líder ressaltou que os jovens foram capacitados com força celestial para regressarem a suas cidades, vilas e aldeias cheios do Espírito Santo e determinado a serem uma bênção para a nação. “Deus está trabalhando no Egito, sem dúvida”, concluiu.
Alguns jovens foram acomodados em instalações nas proximidades, outros percorriam o trajeto todos os dias de suas casa ao local de oração.
Alem desse mais 2 milhões de jovens puderam acompanhar o evento por meio de transmissão pela internet e vi satélite ao vivo.
O diretor de relações para mídia do Portas Abertas EUA, Jerry Dykstra, falou no desafio e inspiração que esse evento trouxe a cristãos de todo o mundo.
Ele disse que “apesar dos perigos em relação à segurança para a realização deste evento, estes jovens podem nos ensinar muito em como enfrentam a perseguição e um futuro incerto. Pedimos ao Senhor que ele continue a dar forças aos cristãos no Egito e dê-lhes ousadia e coragem”.
O tema do encontro foi baseado no Salmo 27:4: “Uma coisa peço ao Senhor, isso só que eu procuro: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor, e inquirir no seu templo. ”

Filme sobre o inferno gera polêmica

Ator de Smallville realizou um documentário sobre o tema

O ator Kevin Miller ficou conhecido mundialmente ao encarnar o vilão Lex Luthor na série SmallVille. Agora, aos 41, Miller escreveu e dirigiu um longa-metragem que está em cartaz em mais de 20 cinemas da América do Norte.

Hellbound? - Official Trailer
Hellbound? – filme sobre o inferno gera polêmica
“Hellbound?” [Quem vai para o inferno?] custou US$ 350.000 e o início de suas filmagens no ano passado coincidiram com o lançamento do livro polêmico do pastor evangélico Rob Bell, “O Amor vence”.
As visões não convencionais do inferno deram a Bell na capa da revista Time e cercaram o lançamento de polêmica. O canadense Miller nasceu em uma família cristã e acredita ter sido salvo aos 9 anos de idade quando seguiu o ensinamento de seus pais e confessou Jesus como salvador durante um acampamento da igreja. Mesmo assim, afirma que sempre ficou intrigado com a ideia do que acontece com as pessoas após a morte.
“É um lugar horrível para uma criança imaginar”, disse Miller em uma entrevista que precedeu o lançamento do filme. “Um medo que ficou infiltrado sob a minha fé ao longo de toda a minha vida.”
Apesar de Bell se recusar a aparecer em “Hellbound?”, Miller disse que o livro foi o que mais o inspirou a escrever o roteiro do longa. As perguntas do filme/documentário de 85 minutos são basicamente “Existe inferno?” e “Se existe, quem vai para lá?”.
Jornada de fé de Miller o fez participar de várias denominações até se decidir pela Anglicana, que lhe deu uma visão mais “suave” do inferno e que demonstra no filme: o universalismo. Basicamente, essa posição teológica não considera o inferno um lugar de tormento eterno e defende que todas as almas serão salvas de alguma maneira.
Para a irritação dos que poderiam esperar uma visão mais tradicional, com fogo, enxofre e ranger de dentes, o filme de Miller dá muito espaço a cristãos que rejeitam a ideia de punição eterna, como o autor Brad Jersak.
Porém, ele também ouviu adeptos da visão mais comum do inferno, incluindo Mark Driscoll, pastor da megaigreja Mars Hill de Seattle. Em sua tentativa de ouvir várias vozes, ele filmou uma conversa com membros da Igreja Batista de Westboro, famosos por fazer manifestações com cartazes que lembram a todos que Deus os mandará para o inferno.
Miller conversou com os manifestantes da Igreja de Westboro e contrasta a compreensão desse grupo com a sua, que vê a Deus como uma divindade mais clemente e amorosa.
“Se eu pudesse dizer que acredito no inferno, é o inferno que criamos, perpetuando o ciclo de violência retributiva que está ligada ao fato de andarmos para longe do ideal que Cristo nos ensina, assim acho que entramos em um inferno”, explica Miller.
Em “Hellbound?” o diretor procura abrir as conversas sobre o tema leva os espectadores a ouvir os argumentos de um exorcista e mostra como é um show de death metal, onde as bandas e fãs usam chifres e invocam o diabo.
No momento em que entrevista estudiosos do tema, ele apresenta três maneiras sobre como o inferno é visto: tormento eterno, universalismo e aniquilacionismo (as almas boas vão para o céu, as más simplesmente desaparecer), sempre mostrando versículos da Bíblia que as defendem.
O conhecido evangelista Ray Comfort disse que não viu “Hellbound?”, mas discorda de sua defesa do universalismo. “Essa crença pode ser atraente para muitos, mas não é bíblica”, disse Comfort ao site Religion News Service. “Se não há justiça final e o inferno não é um lugar de castigo justo, então Deus é mau, comparável ao juiz que ao olhar para um assassinato no tribunal ignora que ele cometeu um crime,” disse Comfort.

 

Neurocirurgião que esteve em coma afirma que o céu é real e relata experiências celestiais: 'Um lugar especial'

Notícias Gospel Neurocirurgião que esteve em coma afirma que o céu é real e relata experiências celestiais: “Um lugar especial” | Noticia Evangélica Gospel
Um médico neurocirurgião se tornou tema de uma matéria de capa da revista Newsweek devido ao seu relato de uma experiência espiritual vivida por ele durante sete dias, enquanto esteve em coma.
O doutor Eben Alexander, 58 anos de idade, acadêmico da Universidade de Harvard, professor na Escola Média da mesma instituição e especialista em neurologia, afirmou que sua opinião a respeito de casos de experiências extrassensoriais em casos como o dele, era exatamente o oposto do crê hoje: “Como um neurocirurgião, eu não acreditava no fenômeno de experiências de quase morte”, afirmou, segundo informações do Daily Beast.
O relato de Alexander foi considerado tão impressionante, que foi abordado por uma das maiores revistas de notícia nos Estados Unidos de forma contundente. O título da capa da revista foi “Heaven is real”, que em tradução livre para o português significa “O céu é real”.
O médico, que está lançando o livro “Prova do Céu”, contou que presenciou e teve contato com locais e seres indescritíveis: “Minha aventura começou em um lugar especial, mais alto que as nuvens, incomensuravelmente superior [...] Havia criaturas. Aves? Anjos? Estas palavras foram registradas mais tarde, quando eu estava escrevendo minhas memórias, mas nenhuma dessas palavras faz justiça aos próprios seres, que eram simplesmente diferentes de tudo que conhecemos neste planeta. Eles eram mais avançados. Formas superiores”, relatou Alexander à publicação.
Segundo o médico, a experiência vivida foi além da capacidade de imaginar, fazendo-o crer na existência do céu: “Essas ‘criaturas’ emitiam fortes sons, ‘como uma canção gloriosa’ [...] Mais tarde eu raciocinei que eram expressões de alegria [...] O som era palpável e quase material, como uma chuva que você pode sentir na sua pele, mas não te molha”.
Eben Alexander testemunha que o contato foi além da experiência visual e sensorial. Em sua viagem, o médico disse que foi acompanhado por um ser formado por milhões de borboletas, com formato de uma mulher, e que transmitiu a ele três mensagens: “Você é amado e apreciado, amado, para sempre”; “Você não tem nada a temer”; e “Não há nada que você pode fazer de errado”. Ao receber esta última, Alexander afirma ter acordado do coma.

Contra o ecumenismo, Rev. Hernandes Dias Lopes afirma que “não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo”. Leia na íntegra

Contra o ecumenismo, Rev. Hernandes Dias Lopes afirma que “não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo”. Leia na íntegra
Com o surgimento de propostas de diálogo entre religiões e a possibilidade do estabelecimento de reuniões e até projetos sociais feitos por líderes de diferentes crenças, chamada de ecumenismo, a preocupação de líderes cristãos tradicionais com o assunto também vem à tona.
Num artigo contundente contra o ecumenismo, o reverendo presbiteriano Hernandes Dias Lopes voltou a afirmar que “vivemos a época do inclusivismo, fruto da ideia pós-moderna, que não existe verdade absoluta”, e ressaltou que a conveniência muitas vezes leva líderes ao erro: “Muitos pastores, em nome do amor, sacrificam a verdade e caem nessa teia perigosa do ecumenismo. Precisamos afirmar que não existe unidade espiritual fora da verdade, assim como luz e trevas não podem coexistir. Não podemos ser um com aqueles que negam a salvação pela graça de Cristo Jesus”.
Hernandes Dias Lopes ressalta que o princípio usado pelos defensores do diálogo inter-religioso parte de uma interpretação equivocada da Bíblia: “O argumento de que Jesus acolheu publicanos e pecadores e por isso devemos receber todos os credos é uma falsa interpretação do texto bíblico. O amor não é um substituto da verdade. Todos são convidados a vir a Cristo, mas de todos é exigido arrependimento e fé”.
Segundo o reverendo, as consequências da aceitação do movimento ecumênico no meio cristão pode resultar em perdas de parâmetros: “É preciso alertar, ainda, que essa frouxidão doutrinária do liberalismo desemboca na relativização moral. O entendimento pós-moderno é que cada um tem sua própria verdade. A verdade deixou de ser objetiva para ser subjetiva. Com isso, assistimos, estarrecidos, não apenas um ataque aos valores morais, mas uma inversão dos valores morais”
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Ecumenismo: avanço ou ameaça à igreja”, do reverendo Hernandes Dias Lopes, publicado no blog Ministério Batista Bereia e divulgado pelo Púlpito Cristão:
Está na moda o diálogo inter-religioso. Vivemos a época do inclusivismo, fruto da ideia pós-moderna, que não existe verdade absoluta. Muitos pastores, em nome do amor, sacrificam a verdade e caem nessa teia perigosa do ecumenismo. Precisamos afirmar que não existe unidade espiritual fora da verdade, assim como luz e trevas não podem coexistir. Não podemos ser um com aqueles que negam a salvação pela graça de Cristo Jesus. Não é um ato de amor deixar que aqueles que andam pelo caminho largo da condenação sigam “em paz” por esse caminho de morte. Esse falso amor tem cheiro de morte. Essa atitude de dar as mãos a todas as religiões, numa espécie de convivência harmoniosa, acreditando que toda religião é boa e leva a Deus é uma falácia. Toda religião é vã a não ser que pregue a Cristo, e este crucificado. Toda religião afasta o homem de Deus, a não ser que anuncie Jesus Cristo como o único caminho para Deus! Vamos deixar esse discurso falacioso de amor a todos, e vamos amar de verdade às pessoas, de todas as religiões, pregando a elas, com senso de urgência, o evangelho que exige arrependimento e fé e oferece vida eterna.
Obviamente, a união de todas as religiões e de todas as crenças não é um avanço, mas uma ameaça à igreja de Cristo. O que está por trás dessa tentativa de unir todas as crenças é a heresia de que toda religião é boa e todo o caminho leva a Deus. O ecumenismo, o diálogo inter-religioso e a fraternidade com todos os credos é um engano fatal. É um falso entendimento do que Jesus ensinou sobre a unidade espiritual da igreja. Não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo. O argumento de que Jesus acolheu publicanos e pecadores e por isso devemos receber todos os credos é uma falsa interpretação do texto bíblico. O amor não é um substituto da verdade. Todos são convidados a vir a Cristo, mas de todos é exigido arrependimento e fé.
É preciso alertar, ainda, que essa frouxidão doutrinária do liberalismo desemboca na relativização moral. O entendimento pós-moderno é que cada um tem sua própria verdade. A verdade deixou de ser objetiva para ser subjetiva. Com isso, assistimos, estarrecidos, não apenas um ataque aos valores morais, mas uma inversão dos valores morais. O profeta Isaías já havia denunciado essa atitude: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is 5.20). É isso que estamos vendo na mídia todos os dias. Faz-se apologia do aborto, do adultério, do homossexualismo, da violência e da mentira. Porque uma ideia falsa foi plantada no passado, estamos fazendo uma colheita desditosa no presente. A igreja de Cristo precisa estar firme contra todas essas ondas de engano e permanecer inabalável no cumprimento de sua vocação de levar o evangelho a toda criatura, em todo o mundo.

“Ser insensível ao sofrimento das pessoas não é atitude cristã”, afirma teólogo Jung Mo Sung. Leia na íntegra

“Ser insensível ao sofrimento das pessoas não é atitude cristã”, afirma teólogo Jung Mo Sung. Leia na íntegra
O teólogo sul-coreano Jung Mo Sung, doutor em ciências da religião e católico, mas com livre trânsito entre lideranças evangélicas, tradicionais e pentecostais, devido ao seu amplo conhecimento acadêmico a respeito do cristianismo, afirmou em entrevista à revista Cristianismo Hoje que pesa sobre os cristãos da atualidade a responsabilidade de protagonizar iniciativas que reduzam as desigualdades sociais.
Jung Mo Sung acredita que a origem das injustiças é a natureza humana, e pontua que tais injustiças são oriundas do livre arbítrio: “É mentira colocar sobre os ombros do Senhor a responsabilidade pela pobreza e pelas injustiças, e não sobre o pecado. Deus nos criou como seres livres, e como tais, somos produtores da pobreza e da injustiça”.
Falando sobre teologia da libertação, amplamente difundida nas fileiras católicas, e da teologia da missão integral, mais presente no meio protestante, Sung afirma que ambas podem contribuir pela construção de um mundo mais justo: “Deus não é indiferente aos sofrimentos dos pobres e dos injustiçados. A consequência social dessa visão teológica é que o cristianismo ainda tem ou pode ter um papel social importante no mundo”.
Para o teólogo, a teologia da missão integral, que prega a divulgação do evangelho aliada à prática de ações sociais que traduzam a mensagem em contribuições concretas aos necessitados, é uma importante ferramenta: “Para muitos grupos, a prioridade das Escrituras ficou reduzida ao anúncio sem, podemos dizer, uma ação concreta que desse consistência à afirmação de que Jesus é o Senhor. A teologia da missão integral tentou superar essa dicotomia fazendo uma equação simples – a Palavra de Deus mais a ação social”, pontua.
De forma enfática, Jung Mo Sung afirma que não estar atento às necessidades das pessoas ao redor é incoerente com a mensagem bíblica: “Se Deus não é indiferente, ser indiferente ou insensível aos sofrimentos das pessoas pobres ou vulneráveis não é atitude compatível com o cristianismo [...]Essa é a convicção de que não se pode viver a fé cristã sem se encarnar no mundo, na luta contra as injustiças e mentiras que matam!”.
Numa forte crítica à teologia da prosperidade, Sung afirma que “identificar as bênçãos com a riqueza é critério mundano”, e dispara contra líderes que promovem essa doutrina: “É por isso que pastores e bispos se vangloriam da sua riqueza e da posse de bens de luxo, como aviões particulares”.
Leia abaixo, a íntegra da entrevista do teólogo Jung Mo Sung à revista Cristianismo Hoje:
O senhor é conhecido por seus vários trabalhos na área de economia, onde aborda temas como mercado e pobreza sob ótica cristã. Uma pergunta sempre surge quando se trata dessa relação – se Deus existe, por que há miséria e injustiças sociais?
O tema da economia tem sido um dos objetos fundamentais da minha reflexão teológica porque Deus é Deus da vida e Cristo veio anunciar a boa nova aos pobres – a boa notícia de que também os pobres têm direito a uma vida digna. E a vida não é possível sem bens materiais, que fazem parte da economia. Jesus veio nos mostrar a verdadeira face de Deus, contra a mentira que coloca sobre os ombros do Senhor a responsabilidade pela pobreza e pelas injustiças, que são frutos do pecado. Deus nos criou como seres livres, e como tais, somos produtores da pobreza e da injustiça.
Um de seus livros é Teologia e economia: Repensando a teologia da libertação e utopias. Passada a divisão ideológica do mundo entre esquerda e direita, qual o legado da teologia da libertação, hoje?
Em primeiro lugar, o que acabou foi a chamada Guerra Fria entre o bloco capitalista e o comunista. Mas as injustiças e graves desigualdades sociais ainda continuam no mundo. Norberto Bobbio, um importante teórico liberal, disse que ainda hoje faz sentido falar em direita e esquerda. Para ele, ser da direita é crer que as diferenças sociais são naturais e promovem progresso econômico – e, portanto, não devem ser combatidas. Ser da esquerda é crer que, mesmo que diferenças sociais não possam ser extintas, é preciso lutar para diminuí-las, pois causam grave injustiça social. Eu concordo e me sinto, como ele, alguém da esquerda, isto é, luto para diminuir desigualdades e injustiças sociais. Penso que a contribuição mais importante da teologia da libertação – não só para a Igreja Católica, mas também para muitos outros grupos religiosos, incluindo as correntes não-cristãs que foram influenciadas por ela –, foi a de mostrar que Deus não é indiferente aos sofrimentos dos pobres e dos injustiçados. A consequência social dessa visão teológica é que o cristianismo ainda tem ou pode ter um papel social importante no mundo.
O que o senhor diria sobre a influência desse movimento sobre os evangélicos?
A teologia da libertação não nasceu católica. Na verdade, entre os primeiros autores latinoamericanos a tratarem da teologia nessa perspectiva estão presentes teólogos protestantes, como Richard Shaull, Miguez Bonino e Rubem Alves. Podemos dizer que a teologia da libertação nasceu ecumênica e influenciou diversos setores das igrejas protestantes evangélicas e da Igreja Católica. Com passar do tempo, ela se tornou mais católica, sem deixar de ter entre o seu meio teólogos protestantes. Mesmo setores que não aderiram àquela teologia foram influenciados na medida em que foram “pressionados” a debater sobre problemas sociais a partir da fé cristã.
A opção preferencial pelos pobres, expressa pela Igreja Católica nos anos 1960, nunca encontrou, ao menos formalmente, eco na Igreja Evangélica. Na sua opinião, o que difere os dois grupos no trato da questão e por que os evangélicos têm certo pudor de assumir essa causa como prioritária na sua prática cristã?
Eu penso que setores evangélicos ainda são muito marcados pela divisão entre a pregação da Palavra e a ação social. Para muitos grupos, a prioridade das Escrituras ficou reduzida ao anúncio sem, podemos dizer, uma ação concreta que desse consistência à afirmação de que Jesus é o Senhor. A teologia da missão integral tentou superar essa dicotomia fazendo uma equação simples – a Palavra de Deus mais a ação social. Enquanto isso, a “opção pelos pobres” feita pelos adeptos da teologia da libertação significa que a forma concreta de anunciar que Jesus é o Senhor em um mundo marcado por tanta injustiça social é optar pelos pobres. Em outras palavras, os senhores do mundo oprimem os pobres e os consideram como sub-humanos; por isso, anunciar o senhorio de Jesus ou de Deus seria afirmar que pobres também são seres amados pelo Senhor, com direito a uma vida digna.
Quais são, em sua opinião, os pontos de afinidade e diálogo entre a teologia da libertação e a teologia da missão integral?
O ponto de afinidade mais importante, na minha opinião, é a convicção, expressa por ambas as teologias, de que Deus não é indiferente às injustiças e aos sofrimentos dos pobres no mundo. Portanto, se Deus não é indiferente, ser indiferente ou insensível aos sofrimentos das pessoas pobres ou vulneráveis não é atitude compatível com o cristianismo. Por isso, as duas teologias levam a sério o chamado de Jesus à conversão, a sair do mundo do pecado, da injustiça e da mentira em direção ao Reino de Deus. Outra afinidade importante se dá em torno da teologia da encarnação. Deus se esvaziou do seu poder divino e se encarnou no meio da humanidade para que também nós vivêssemos a nossa missão no meio do mundo, sem a pretensão de um poder sobrenatural para resolver os problemas. Essa é a convicção de que não se pode viver a fé cristã sem se encarnar no mundo, na luta contra as injustiças e mentiras que matam! Em torno desses dois pontos teológicos em comum é possível desenvolver diálogos importantes entre a teologia da libertação e a teologia da missão integral.
A teologia da missão integral, tão valorizada em segmentos protestantes históricos e denominações tradicionais, sequer é mencionada no ambiente neopentecostal, onde a ênfase é mais no assistencialismo de ocasião. Caso essa escola de pensamento missional fosse majoritária na Igreja Evangélica como um todo, haveria espaço para o neopentecostalismo e para sua ação nas classes mais pobres?
As igrejas neopentecostais partem de uma opção distinta em relação à teologia da missão integral. Enquanto que ela e a teologia da libertação criticam o mundo atual pelas suas injustiças, os principais expoentes do neopentecostalismo e da teologia da prosperidade não o fazem. Na verdade, eles aceitam os valores e a hierarquia social do mundo e propõem levar os cristãos ao topo dessa hierarquia. Por isso, as bênçãos são identificadas com a riqueza, que é critério essencial do mundo; e pastores e bispos se vangloriam da sua riqueza da posse de bens de luxo, como aviões particulares. Mesmo que a missão integral fosse majoritária nos segmentos históricos e tradicionais do protestantismo, o neopentecostalismo e teologia da prosperidade teria seu espaço. Afinal, muitos querem subir a hierarquia social, não necessariamente encontrar Deus que se manifestou em Jesus.
O senhor concorda com a afirmação que diz que “a Igreja Católica optou pelos pobres e estes optaram pelo neopentecostalismo”?
Eu penso que essa frase, tão repetida, tem problemas. Primeiro, não se pode entender a força da teologia da libertação sem a rede imensa das comunidades eclesiais de base, que teria chegado a mais de 100 mil nas décadas de 1980-90 no Brasil. Muitos pobre optaram por elas, que são uma forma específica de organização de comunidade no interior da Igreja Católica. Mas, como há muitos pobres na América Latina, muitos optaram pelo pentecostalismo. Porém, é preciso apontar que não há um só tipo de igrejas pentecostais. Penso que muitas comunidades ou congregações pentecostais também fizeram um grande trabalho em relação aos pobres, na linha de opção por eles, mesmo quando não usavam essa terminologia.
Diante do avanço numérico da Igreja Evangélica, fenômeno constante e crescente desde os anos 1970, já se fala numa possível quebra da hegemonia católica ainda na primeira metade deste século. O senhor concorda que isso deva acontecer?
É difícil fazer esse tipo de previsão, pois a sociedade não funciona como uma máquina. Além disso, o crescimento numérico das igrejas evangélicas e pentecostais já está em um ritmo menor do que em anos anteriores. E isso é normal, na medida em que uma boa parcela da população suscetível de mudar de crença já foi atingida pelas igrejas evangélicas. Na minha opinião, se uma igreja, seja Católica ou evangélica, faz do aumento do número de seus membros o seu principal objetivo, ela perdeu de vista a missão principal do cristianismo. A missão das igrejas cristãs é anunciar o Reino de Deus, que é amor solidário, perdão, misericórdia e justiça para a humanidade, e não entrar em competição para ver qual é a maior. Como disse Jesus, a igreja que quiser ser a maior tem que assumir a atitude do menor e servir. Por isso, eu não me preocupo muito sobre o que a Igreja Católica deve fazer para frear o avanço das igrejas evangélicas, mas sim, acerca de como ela poderia servir mais e melhor a Deus no serviço ao povo que sofre.
Que personalidades intelectuais evangélicas o senhor respeita por sua capacidade de diálogo com a academia?
Eu respeito e admiro muitas pessoas do mundo evangélico. Por isso, nomear alguns seria correr risco de esquecer muitos. Mas, como não é possível viver, e nem dar entrevistas, sem correr riscos, vou nomear alguns só para que os leitores tenham ideia do meu círculo de relacionamento: René Padilla, teólogo da missão integral, e Néstor Miguez, teólogo metodista argentino; e os pastores Ed René Kivitz (batista) e Ricardo Gondim (pentecostal). Todos eles estão em minha biblioteca, assim como Milton Schwantes, Julio de Santa Ana, Elsa Tamez, Junger Moltmann, Dietrich Bonhoeffer, C.S. Lewis e muitos outros protestantes e evangélicos.
O senhor apresenta-se como um leigo católico, mas tem excelente trânsito em vários círculos evangélicos e ocupa cargos de direção acadêmica em uma instituição de orientação protestante. Como é o seu diálogo com os variados segmentos evangélicos, sobretudo aqueles mais ortodoxos, como os representados por instituições como Instituto Mackenzie, Seminário Servos de Cristo e Faculdade Teológica Batista?
Eu tenho bons relacionamentos com diversos professores dessas instituições e, quando a correria de São Paulo nos permite, mantemos bons diálogos. É importante ressaltar que diálogo só é necessário quando pensamos diferente, e só se torna possível quando temos um objetivo em comum. Eu lhes apresento as minhas ideias a partir de textos bíblicos em uma atitude de respeito e diálogo.
No seu entender, como está a formação teológica hoje, no Brasil?
É muito difícil falar de formação teológica no Brasil porque há uma diversidade muito grande. Mas, penso que enfrentamos um problema fundamental. Grosso modo, podemos dividir a formação teológica em dois grandes grupos. Um deles é o dos seminários que fazem da leitura mais literal da Bíblia o eixo central da sua formação, com muito pouca abertura para diálogo com as ciências humanas e sociais contemporâneas; o outro, com os seminários de linha mais liberal, com ênfase nos conceitos teológicos e filosóficos, com uma preocupação forte na desmitificação dos textos bíblicos. O problema é que seminários do primeiro tipo não conseguem mais dar conta das perguntas e demandas dos setores do mundo evangélico que têm acesso à formação universitária ou à cultura moderna. Por isso, cada vez mais jovens e lideranças dessas igrejas procuram escolas teológicas com maior consistência teórica. Porém, essas pessoas são movidas por experiências religiosas e por linguagens simbólico-bíblicas que são criticadas pelo pensamento teológico liberal. Assim, surge um conflito, uma dificuldade de diálogo entre professores e alunos nesses seminários.
Por que não há uma fusão das duas demandas, sobretudo visando à formação de pastores mais capacitados?
Isso exigiria a criação ou fortalecimento de modelos de seminários teológicos que valorizem a experiência religiosa e a linguagem simbólica sem, contudo, perder a seriedade teórica. No fundo, exige um novo modelo de fazer teologia e de educação teológica. Eu tratei mais longamente desse desafio na segunda parte do livro Missão e educação teológica, que escrevi com Lauri Wirth e Néstor Miguez [Editora Aste]. Na medida em que superarmos esse impasse, vamos encontrar uma formação teológica que não crie dicotomia entre a formação de pastores ou de teólogos. Os pastores precisam se formação teológica séria para realizar sua missão hoje; e quem quer seguir a carreira de teólogo precisa também ter bom conhecimento das práticas pastorais.
Se, como o senhor disse recentemente, a salvação não pode ser exclusiva do cristianismo, quais seriam os outros caminhos utilizados por Cristo para salvar o homem?
Segundo o evangelho de São João, e também nas suas cartas, Cristo nos ensina que Deus é amor e que quem ama o próximo, como o bom samaritano, está em Deus – e Deus está nele. A Primeira Carta de João nos ensina que ninguém jamais viu a Deus; mas, quando amamos uns aos outros, o amor de Deus se faz presente ou se realiza em nós. É nisso que creio. O Espírito do Cristo ressuscitado salva seres humanos no amor e por amor. O cristianismo é importante porque ensina isso, e não porque é meio exclusivo de salvação.
A Bíblia, para os evangélicos, é a Palavra de Deus. No seu entender, há outras formas de revelação divina comparáveis às Escrituras?
Segundo a Bíblia – por exemplo, na epístola aos Hebreus, capítulo primeiro –, a Palavra de Deus é a pessoa de Jesus. Deus nos fala através da pessoa de Jesus e não através da Bíblia, que é um conjunto de livros. Essa é uma confusão que muitos fazem. Para termos acesso a Cristo, para entendermos bem a vida e a pessoa de Jesus, que nos revela a face de Deus, precisamos da Bíblia – que contém a memória dos que viveram a experiência de serem tocados por Deus ou que conheceram a Jesus. Como a vida de uma pessoa como Jesus é muito rica, a Igreja primitiva definiu um conjunto de livros, que forma o Novo Testamento, como portadores da memória de sua vida e de seus ensinamentos. Muitas cartas são explicações ou admoestações sobre como as comunidades estavam vivendo a fé em Jesus. Em resumo, segundo a própria Escritura Sagrada, a Bíblia nos leva a conhecer a pessoa de Jesus, que é a Palavra de Deus encarnada entre nós. Em resumo, mesmo correndo risco de ser mal interpretado, eu quero dizer que para cristianismo não há revelação comparável à Escritura – por isso, somos cristãos–, mas a própria Escritura nos diz que o Espírito de Deus sopra onde quer; assim, creio que Deus se revelou à humanidade para além do cristianismo. Mas creio nisso a partir da Bíblia.
Em seu livro Ilusão ou realidade? (Ática), o senhor fala da oração como um momento de discernimento, entre outras coisas, acerca do melhor caminho para a concretização de atos de amor que anulam nossa ideia de impotência diante dos clamores do mundo. No seu entendimento, o que mais a oração pode representar para o cristão?
A oração é, acima de tudo, uma atitude de se colocar diante de Deus de forma humilde – pois só o fato de sabermos que nos colocamos diante de Deus deve nos levar a uma postura de humildade. É o momento em que buscamos a vontade de Deus, e não o nosso desejo egoísta ou as vontades colocadas em nós pelo mundo e por sua mídia. Na medida em que discernimos a vontade de Deus, pedimos força espiritual para seguirmos nesse caminho, pois sem essa força que vem de Deus não seremos capazes de resistir às tentações que o mundo nos oferece, com suas vaidades de sucesso e egoísmo. Oração é, também, momento de pedirmos perdão, confiando na misericórdia infinita de Deus. Há momentos em que essa oração precisa ser feita na solidão diante de Deus; em outras situações, é importante que seja feita de forma comunitária.
O senhor mentoreou o pastor Ricardo Gondim em sua dissertação de mestrado A Teologia da missão integral: Aproximações e impedimentos entre evangélicos e evangelicais , aprovada em 2009. Ultimamente, Gondim tem sido considerado extremamente heterodoxo em algumas de suas falas acerca da fé cristã – sobretudo, quando aborda o teísmo aberto e a doutrina da salvação. No seu entender, até que ponto as suas posturas influenciam Gondim e qual o resultado disso sobre o ministério dele?
Em primeiro lugar, quando Ricardo Gondim veio fazer mestrado sob minha orientação, ele já tinha essas ideias. Portanto, não penso que eu fui o influenciador dessa postura teológica dele. Em segundo, é preciso perguntar quem considera a teologia dele herética. Essas pessoas têm suas teologias e suas vidas cristãs acima da suspeita e, por isso, detêm tal autoridade? Eu li vários textos de Ricardo Gondim e não acho que sejam heréticos. Não concordo com tudo, mas isso não significa que sejam heréticas. Ele tem insistido muito em que a salvação é graça, fruto da misericórdia de Deus. Não há nada mais protestante do que isso! Na verdade, penso que o que mais incomoda nas pessoas é a afirmação, que não é original dele, de que Deus não tem controle sobre a história. Ora, mas isso é bíblico!
Como assim?
Se Deus tivesse controle sobre tudo o que acontece, tudo o que acontece seria da vontade dele. Mas, na Bíblia, encontramos inúmeros chamados de Deus à conversão e ao arrependimento, o que mostra que ele não estava de acordo com o que acontecia no povo de Israel. O chamado à conversão e a própria missão das igrejas só têm sentido se a história humana é feita de liberdade. Só há conversão, se há liberdade. E se há liberdade, não há predeterminação divina. Muitas pessoas preferem a falsa segurança que a teologia do controle absoluto de Deus parece dar do que a verdadeira mensagem da Bíblia: o chamado à conversão e a vida na fé. Por isso, pastores como Ricardo Gondim e outros dessa linha são objetos de crítica. Mas, não há como seguir o caminho de Cristo sem também compartilhar da cruz dele.
Mas a ideia de que Deus por ser “pego de surpresa” – como, por exemplo, o teísmo aberto chega a sugerir diante de grandes catástrofes como o tsunami de 2004 – não diminui sua qualidade de Senhor sobre tudo e todos? A soberania divina não ficaria sublimada na teologia relacional?
Há duas formas de entender a noção de soberania de Deus. A mais comum é usar o mesmo sentido daquele dado ao poder de imperadores e reis. Um soberano tinha poder de vida e morte sobre os súditos, seu povo, porque estava acima da lei – ou seja, sua vontade era a lei. Assim era, por exemplo, no Império Romano e na Idade Média europeia. A afirmação da soberania de Deus não significa atribuir a ele essas mesmas características do imperador, o que seria terrível! Dizer que Deus é soberano é afirmar que imperadores, reis ou governantes de todo tipo não têm ou não deveriam ter esse poder de vida e morte, pois tal prerrogativa só cabe a Deus. É relativização do poder do imperador. Em segundo lugar, Deus é um soberano, diferente dos reis que tudo controlam e tudo dominam (que vem da palavra dominus, senhor). A soberania de Deus é caracterizada por amor e liberdade: é esse o ensinamento de Cristo. Bem, Deus poderia ter sabido do tsunami antes do acontecimento? Não gosto desse tipo de especulação, pois só nos leva a uma vaidade intelectual de querer saber sobre a mente do Senhor. O que posso dizer é que a história humana é feita de liberdade e nós somos chamados por Deus a viver o amor solidário e livre neste mundo marcado por injustiças e sofrimentos, mas, também, por alegrias e esperanças.
Então, como o que o senhor chama de Deus “padrasto-sádico” em seu livro Deus – Ilusão ou realidade (Ática) mais se manifesta?
Precisamos nos recordar que, quando Deus se revelou a Abraão, a Moisés ou aos profetas, os povos já tinham religiões e acreditavam em deuses. A revelação bíblica não é para ensinar que Deus existe, mas para ensinar a discernir a verdadeira imagem de Deus das falsas. O “deus padrasto-sádico” é muito comum nas religiões, e também nas igrejas cristãs. Confundimos Deus com dominadores, com ditadores sádicos que se apresentam como pais da pátria. O estudo da Bíblia e da teologia é importante exatamente para ajudar as comunidades cristãs e o povo em geral não cair nessas mentiras, ou na “idolatria”, como diz a Bíblia. Deuses que exigem sofrimento e sacrifícios para a salvação ou que justificam injustiças em nome de “mistério da salvação” são, segundo a Bíblia, deuses falsos, isto é, ídolos. Como ensinou Jesus, Deus quer misericórdia, e não sacrifícios.
 Em que medida uma teologia considerada herética pode contribuir para o amadurecimento da fé de um cristão?
Nós só pensamos seriamente na nossa fé e amadurecemos a compreensão e a vivência dessa fé na medida em que somos enfrentados por formas diferentes de pensá-la e de vivê-la. Por isso, teologias consideradas heréticas têm o papel importante de nos fazer pensar. Além disso, é preciso perguntar: quem considera essas teologias heréticas? Quem tem esse poder, ou qual é a instância do magistério para definir heresia no mundo evangélico? Na Igreja Católica, esse poder está no Vaticano ou nos Concílio dos Bispos; mas, nas igrejas evangélicas, parece-me que não há essa instância. Por isso, é preciso perguntar, antes de mais nada: quem disse que tal teologia é herética? Não podemos nos esquecer que Jesus foi considerado blasfemo e herético pelos sacerdotes e teólogos da sua religião.

Após protestos de evangélicos contra Salve Jorge, Globo responde às críticas: “A novela não fala do santo”

Após protestos de evangélicos contra Salve Jorge, Globo responde às críticas: “A novela não fala do santo”
Após os protestos na internet contra a novela Salve Jorge, organizados por um grupo de fiéis ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, a TV Globo se pronunciou dizendo que não há apologia ao santo católico ou qualquer outra ligação religiosa na trama.
De acordo com a emissora da família Marinho, a figura do São Jorge serve de referência apenas como alusão ao guerreiro: “A novela não fala de São Jorge, fala do mito do guerreiro, figura existente em qualquer cultura, religiosa ou não. A única coisa que aparece de São Jorge é o fato de ele ser o padroeiro da cavalaria. É por isso que o personagem de Rodrigo Lombardi é devoto dele, pois pede proteção a cada ação”, explica a nota da emissora enviada ao site Vírgula Lifestyle.
O comunicado garante ainda que durante o desenrolar da história, essa justificativa poderá ser comprovada: “Com o decorrer da novela no ar isso ficará evidente para todos os grupos”.
Em meio às acusações de apologia ao santo católico e também a elementos de religiões afro brasileiras, os protestos mencionavam também que a novela incentivaria a prática homossexual, com personagens lésbicas: “Não há sequer referência a lesbianismo na trama”, rebateu a nota da emissora.
Salve Jorge é escrita por Glória Perez, e promete abordar a questão do tráfico humano no Brasil, com aliciamento de mulheres para trabalharem como prostitutas em outros países. A novela substitui Avenida Brasil, trama escrita por João Emanuel Carneiro e detentora do recorde de audiência na televisão em 2012,  enfrenta a reprise da minissérie bíblica Rei Davi, pela TV Record.

“Ore pela sua Polícia”: PMs de Cristo lançam campanha de 52 dias contra violência

“Ore pela sua Polícia”: PMs de Cristo lançam campanha de 52 dias contra violência
O organização PMs de Cristo, que há 20 anos reúne policiais militares que fazem parte da comunidade evangélica, está promovendo uma campanha de oração pela instituição.
Denominada “Ore pela sua Polícia”, a campanha tem a intenção de ser uma resposta aos ataques a PMs em São Paulo, e também à onda de violência na cidade.
A proposta é que os envolvidos orem e jejuem em favor da paz e da segurança dos cidadãos em geral, além dos próprios PMs.
O projeto conta com um cadastramento no site da organização PMs de Cristo, para que os interessados possam acompanhar o desenrolar da campanha, que tem duração prevista de 52 dias.
A base bíblica para a escolha do tempo de duração da campanha “Ore pela sua Polícia” é a história de Neemias, que liderou o povo hebreu na reconstrução dos muros de Jerusalém durante 52 dias.
Para saber mais sobre a iniciativa dos PMs de Cristo, ou se cadastrar na campanha de oração, acesse o site pmsdecristo.org.br. O cadastramento pode ser feito individualmente ou em nome de uma igreja. Há ainda o telefone 11 2203-7777 e o e-mail orepelasuapolicia@pmsdecristo.org.br como canais de informação.

Globo desiste de agradar evangélicos e lança novela com nome de santo

Notícias Gospel Globo desiste de agradar evangélicos e lança novela com nome de santo | Noticia Evangélica Gospel
Em junho alguns veículos de comunicação chegaram a noticiar que a Rede Globo estava pensando em trocar o nome da “novela da oito” escrita por Glória Perez. A mudança seria para não espantar o público evangélico já que o folhetim foi batizado de “Salve Jorge”.
Mas no final das contas a emissora não fez a alteração deixando o título original que faz uma homenagem a São Jorge, um dos santos católicos mais venerados no país. A novela estreia nesta segunda-feira (22) após o final da novela “Avenida Brasil”.
São Jorge é venerado pela Igreja Católica Romana, Igreja Ortodoxa e também na Comunhão Anglicana. Mas também é representado nos cultos das religiões afro-brasileiras em forma de Ogum.
Apesar do nome, a trama não terá tema religioso. O roteiro vai tratar sobre assuntos como tráfico de pessoas. A ligação com o santo católico está na devoção, a começar pelos lugares escolhidos para as filmagens: as cidades turcas de Istambul e Capadócia, onde o padre teria nascido.
Quando começou a dar detalhes sobre seu novo trabalho, a escritora tentou explicar o título: “A fé nele [São Jorge] existe e vamos mostrar: a fé na força que temos para vencer os dragões que a vida nos reserva”, disse Glória Perez no Twitter.

Homem diz que figura da mãe morta apareceu em ultrassonografia da filha

Notícias Gospel Homem diz que figura da mãe morta apareceu em ultrassonografia da filha | Noticia Evangélica Gospel
A mulher teria morrido quatro meses antes da realização do exame. O cabeleireiro Marcelo Rodrigues de Souza diz que a figura de sua mãe que havia morrido quatro meses antes, apareceu em um exame de ultrassonografia de sua filha Ana Júlia, que na época era um feto de três meses. Hoje a menina já tem três anos, e Marcelo diz que a avó da garota ainda está presente na família.
— Quando vi, tive certeza de que era ela.
Na hora da ultrassonografia, Phamela Araújo Rodrigues, que é mulher de Marcelo, viu as imagens na tela, mas não comentou. Só depois do exame, ela concordou que a imagem parecia a sua sogra.
— Primeiro, não acreditei que fosse ela. Mas, depois, vi algumas fotos e achei bem parecido mesmo.
Marcelo faz comparações com fotos de quando a mãe dele estava viva. O caso impressiona amigos e familiares. Alguns preferem não acreditar, outros têm medo do que veem.
— Um amigo meu nem dormiu depois que contei, todo mundo achava que era cabuloso.
A psicóloga Tamara Santos acredita que as visões possam estar relacionadas a uma dificuldade da família em aceitar o luto. Ela diz ainda que, para a criança, esse mistério não é saudável.

domingo, 14 de outubro de 2012

Cobra de 10 metros é encontrada em SP


Cobra pesa 140 quilos. (Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)Uma cobra de 10 metros e 140 quilos foi encontrada neste sábado (13) próximo a um córrego, em uma propriedade rural da cidade de Nova Aliança, interior de São Paulo. O dono do sítio acionou o Corpo de Bombeiros para retirá-la do local.

Foi necessário um carro especial para que a Polícia Ambiental transportasse a sucuri gigante. Uma gaiola foi usada para capturar o animal, que havia acabado de devorar um animal do sítio.

Sucuri havia acabado de comer um animal do sítio. (Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)A sucuri foi levada para São José do Rio Preto, em São Paulo. Ela será solta em uma reserva de Palestina, no mesmo Estado.

sábado, 13 de outubro de 2012

Após oração a Deus morta aperta mão de amiga e velório é interrompido

Após oração a Deus morta aperta mão de amiga e velório é interrompido
O que era para ser um velório comum acabou se transformando em uma confusão em Pederneiras, SP, onde um velório foi interrompido na sexta-feira (05). As flores da coroa chegaram a ficar espalhadas pelo chão. O corpo de Maria Aparecida da Silva, de 63 anos, foi retirado às pressas. Tudo porque a doméstica Vaní Morais Ferreira sentiu um aperto de mão da amiga falecida após ter feito uma oração a Deus pedindo um sinal se ela estava viva. Mas de acordo com o médico plantonista do Samu que esteve no local e examinou a idosa explica o que ocorreu: “Com o processo de decomposição do corpo a pessoa tende a ter alguma rigidez com o passar de horas, então provavelmente a rigidez da mão fez a sensação da família achar que a paciente estava apertando a mão”, afirmou Gabriel Bresciani, clínica geral., dai a grande confusão.
- com informaçao G1/Bauru e Marília -06/10/12

Livro misterioso sobre demônios é encontrado no Equador

Livro misterioso sobre demônios é encontrado no Equador
Um livro misterioso foi encontrado na Biblioteca Municipal do Equador denominado “Dicionário Infernal”. Escrito em francês, o livro contém figuras de demônios, magia,  relações com o inferno, duendes, adivinhações, superstições e outros assuntos sobrenaturais.
A obra foi escrita pelo demonologista Collin Plancy e impressa em 1863, em Paris. Não se sabe quando chegou à biblioteca, mas registros de 1915 já dão conta de que o livro estava lá, segundo o Noticia Cristiana.
As páginas são repletas de gravuras  de criaturas meio humanas meio animais. Segundo o historiador Gregório de Larrea, que cuida da sessão histórica da biblioteca, pessoas misteriosas aparecem para ler o volume.
Um dos grupos que procurou o dicionário foi de neonazistas. Eles disseram que Hitler era estudioso de assuntos esotéricos e forças sobrenaturais, e por isso tiveram interesse no livro.
Outra visita comum é de um sacerdote aposentado que o usou para realizar exorcismos. O sacerdote teria afirmado que o livro era como um manual, que dava detalhes sobre entidades infernais.
O clérigo explicou que alguns demônios descritos são disfarçados de entidade boas, mas com o conhecimento de seu poder, há como vencê-los.
Segundo o espiritualista Harold Hernandez, houve um período na França em que volumes foram escritos sobre os diferentes tipos de demônios, mas são poucos e raros.
Mas segundo ele, o “Dicionário Infernal” descreve o inferno e contém feitiços e maldições, que por meio da leitura contínua, pode fazer as pessoas “caírem em obsessões ou atrair energias negativas”. O prólogo da obra contém advertências sobre seu conteúdo, mas mesmo assim, ele está disponível a quem quiser consultá-lo.

Pastor trava batalha judicial para manter sua filha, paciente terminal de câncer, viva

Pastor trava batalha judicial para manter sua filha, paciente terminal de câncer, viva
Um pastor coreano trava uma batalha na justiça pela vida de sua filha de 28 anos que está internada com um tumor cerebral e que, apesar de estar consciente, está paralisada do pescoço para baixo e se comunica apenas piscando ou movimentando os lábios, como numa mímica.
O pastor Man Ho Lee, líder da Igreja Missionária de Antioquia, localizada no Queens, em Nova York, pretende evitar que os médicos desliguem os aparelhos que mantém sua filha viva.
A batalha começou quando, segundo os médicos, a jovem SungEun Grace Lee teria manifestado o desejo de morrer, devido a seu estado terminal. O pai de Grace rebate as afirmações dizendo que a pergunta sobre a decisão foi feita à sua filha num momento de depressão e sob o efeito de medicamentos pesados.
-O pastor Lee está muito chateado. Por dentro ele está sofrendo”, afirmou King Lee, um amigo da família, que frisou a postura de firmeza tomada pelo líder: “Ele é um pastor. Ele não pode demonstrar sofrimento”, declarou Lee, ao jornal The New York Times.
A família de Grace Lee montou uma equipe de suporte, que tem feito contato com todos os coreanos que vivem em Nova York, pedindo a eles que orem pela vida da jovem. Outra equipe tem usado o Facebook e o Tumblr para coletar assinaturas por uma petição para que as autoridades a mantenham viva.
Num trecho da carta enviada pela equipe de suporte às demais igrejas coreanas da cidade, os membros afirmam que “o hospital e o tribunal estão cometendo um erro só porque eles não sabem quem Grace realmente é [...] Ela é a pessoa mais otimista, positiva e persistente que existe e sempre incentivou os outros a fazerem o mesmo”, escreveram, de acordo com informações do portal IG.

Reverendo Hernandes Dias Lopes afirma que “o sofrimento do cristão é agenda da providência”. Leia na íntegra


Reverendo Hernandes Dias Lopes afirma que “o sofrimento do cristão é agenda da providência”. Leia na íntegra O sofrimento faz parte da vida e muitos fiéis, ou estudiosos da religião não conseguem assimilar os benefícios que um momento difícil possa trazer a um indivíduo.
Sobre o assunto, o reverendo Hernandes Dias Lopes publicou em sua página no Facebook uma breve reflexão, com considerações a respeito, e afirmou que “O sofrimento na vida do cristão, entretanto, não é um acidente de percurso, mas uma agenda da providência”.
Ilustrando sua colocação com o caso de Lázaro, Lopes afirma que “Os judeus que visitavam Marta e Maria quando da morte de Lázaro não conseguiram conjugar o amor de Jesus com a morte de Lázaro nem com o sofrimento de suas irmãs”, e emenda dizendo que “somos assim também. Temos dificuldade de entender como Deus pode nos amar se ao mesmo tempo bebemos o cálice amargo do sofrimento”.
Hernandes Dias Lopes ressalta que “quando um crente sofre por causa de sua fé, esse sofrimento produz glória ao nome de Deus, amadurecimento na fé e consolo às pessoas que estão à nossa volta”.
Confira abaixo a íntegra do texto “Se Deus nos ama, porque sofremos?”, do reverendo Hernandes Dias Lopes:
Os judeus que visitavam Marta e Maria quando da morte de Lázaro não conseguiram conjugar o amor de Jesus com a morte de Lázaro nem com o sofrimento de suas irmãs. Somos assim também. Temos dificuldade de entender como Deus pode nos amar se ao mesmo tempo bebemos o cálice amargo do sofrimento. O sofrimento na vida do cristão, entretanto, não é um acidente de percurso, mas uma agenda da providência. É claro que não estou me referindo àquele tipo de sofrimento que vem como resultado de alguma transgressão específica. Mas, quando um crente sofre por causa de sua fé, esse sofrimento produz glória ao nome de Deus, amadurecimento na fé e consolo às pessoas que estão à nossa volta.
Hernandes Dias Lopes

Foi legalizado na Bahia o casamento homo-afetivo

Foi legalizado na Bahia o casamento homo-afetivo
A Bahia legalizou, nesta quarta-feira (10), o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. A medida foi assinada pela desembargadora Ivete Caldas, corregedora-geral da Justiça e pelo desembargador Antônio Pessoa Cardoso, corregedor das comarcas do interior do estado, e publicada no Diário Oficial da Justiça. A partir do dia 26 de novembro, os casais homo-afetivos que desejarem a união civil precisarão apenas se dirigir a um cartório. A medida é consonante com a decisão do Superior Tribunal Federal, que já havia legalizado, em maio do ano passado, a união estável entre pessoas do mesmo sexo. A legalização do casamento homo-afetivo garante um novo ordenamento jurídico aos homossexuais.(Bahia Noticias)

Crianças são presas no Egito acusadas de rasgarem Corão

Crianças são presas no Egito acusadas de rasgarem Corão
Duas crianças cristãs de cerca de dez anos de idade foram presas no Egito por rasgarem um Corão e urinarem no livro sagrado.
Segundo a Efe, fontes envolvidas no caso disseram que as crianças permanecerão em um centro de detenção de menores durante uma semana enquanto a investigação é realizada. Os menores foram identificados como Nabil Najib Rezq, 10, e Mina Nadi Farag, de 9 anos.
O fato acentuou a tensão entre muçulmanos e coptas, os cristãos egípicios. As famílias das crianças  estão sendo ameaçadas de morte.
O autor da denúncia contra as duas crianças foi ímã de uma mesquita local, Ibrahim Mohammed Ali, segundo o jornal local Al-Ahram.
O ímã levou as crianças ao padre para que fossem punidas, mas não teria ficado satisfeito com a atitude do clérigo. Decidiu então recorrer aos tribunais.
O pai do menino alegou que as crianças não sabem ler e que cometeram o ato inadvertidamente, pois encontraram a bolsa com o Corão em uma rua.
Rimsha
O caso lembra o da menina paquistanesa Rimsha Masih, deficiente mental, que foi detida por três semanas sob a acusação de queimar textos corânicos.
O caso de Rimsha levantou críticas de diversas organizações de direitos humanos em todo o mundo. Relatórios indicam que ela estaria queimando papéis tirados de uma lixeira para cozinhar e isso levou à acusação de ter profanado um exemplar do Corão.
Um relatório médico mostrou que a menina possui incapacidade psíquica. As organizações internacionais e até do próprio Paquistão alegam que ela não sabia que os papéis tratavam-se do livro sagrado.
Observadores alertam para que o incidente seja esclarecido, pois as rígidas leis paquistanesas seriam frequentemente usadas com o propósito de vingança. Já ocorreram acusações do mesmo tipo no país, e elas são sempre baseadas em testemunhos e não em provas materiais.
Em outro episódio ligado à religião, oito coptas foram baleados na saída de uma igreja depois de assistirem à Missa do Galo, tradicional evento que marca o início do Natal. Em diversas províncias localizadas ao sul do Cairo ocorreram outros incidentes envolvendo religião.

32 mil pessoas reúnem-se para orar por avivamento espiritual na Grã Bretanha

32 mil pessoas reúnem-se para orar por avivamento espiritual na Grã Bretanha
Depois do grandioso evento dos Jogos Olímpicos e Paralimpíadas a Grã Bretanha organizou um evento de proporções semelhantes, o Dia Nacional de Oração e Adoração.
Realizado no famoso estádio de futebol Wembley em 29 de setembro, o evento reuniu mais de 32 mil pessoas de dierentes etnias e religiões e obteve o aval da  prefeitura de Londres, de acordo com informações do Charisma.
Coma participação de movimentos missionários como Mais que o Ouro e Hope, a reunião em que houve orações de perdão e avivamento, além de louvores entoados pelas milhares de pessoas presentes.
“Foi um dia maravilhoso”, disse o músico Dave Bilbrough, sobre o evento de Wembley. “Ver reunidos uma variedade tão grande de pessoas de todo o nosso país e de outros países e ter o privilégio de levá-los a louvarem foi uma experiência de humildade que vai ficar comigo por um longo tempo”, afirmou.
Uma das expressões mais vívidas do encontro foi a união de cristãos de diferentes origens. Segundo o bispo Michael Nazir-Ali, que falou no almoço aos líderes cristãos, uma das coisas que mais impactaram na Inglaterra foi a “invisibilidade das igrejas”. Ele desafiou os presentes a pensar no que aconteceria se nossas igrejas se tronassem luz em meio às comunidades.
O prefeito Boris Johnson disse em um vídeo gravado para o evento sobre a união de esforços conjuntos. “Os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos nos ensinaram que, quando as pessoas trabalham juntas para um bem comum, quando eles acreditam em alguma coisa juntos, então as coisas incríveis podem acontecer”, afirmou, captando o espírito de união do evento cristão.

Carol Celico conta que foi difícil se manter virgem até o casamento

Carol Celico conta que foi difícil se manter virgem até o casamento
A esposa do jogador evangélico Kaká, Carol Celico falou um pouco da intimidade de seu casamento à revista Claudia e confessou que foi difícil se manter virgem até a época de seu casamento, aos 18 anos.
Segundo ela, o fato de ter namorado dois anos à distância dos três que antecederam o casamento com o jogador foi o que a ajudou a se manter firme na decisão.  “Sempre sonhei em casar virgem. Mas não foi fácil”, afirmou ela à publicação.
Ela conta que aos 25 anos se sente mais confiante e madura. “Estou passando por uma mudança hormonal, meu corpo mudou. Antes dos 25 anos, a mulher é uma menininha na cama”, completou a mulher do craque que atualmente está no Real Madrid.
Carol é mãe de duas crianças, Luca de 4 anos e Isabella, de 1, diz que não pretende ter mais filhos. “Não pretendo mais ter filhos. A maternidade é maravilhosa, mas acaba com a intimidade do casal. Quando a gente sai pra jantar, o assunto é filho. Tudo gira em torno das crianças”, diz a esposa do meio-campista, segundo a revista Contigo!.
Ela ainda revelou que realizou sua primeira viagem a sós com o marido recentemente.“Foi maravilhoso”.
Caroline ainda comentou sobre atritos em seu relacionamento com sua mãe, a representante da marca Christian Dior no Brasil, Rosângela Lyra. “Minha mãe sempre me criticou por tudo”, disse. Ela diz que ainda hoje as duas tem alguns problemas, mas “se respeitam”.
Sobre sua vida profissional, ela revelou que pretende investir nessa área. Atualmente ela tem um site sobre maternidade, psicologia e vida em família.

Pastor coreano cria “caixa de bebês” e adota crianças abandonadas

Pastor coreano cria “caixa de bebês” e adota crianças abandonadas
O pastor coreano Lee Jong-rak colocou à disposição da população um serviço chamado “caixa de bebês”. O serviço permite que mães que não tenham condições criar os filhos recém-nascidos doem a criança à igreja.
De acordo com a publicação portuguesa Diário Digital, desde que a lei sobre adoções foi alterada por parte do governo coreano, muitos casos de abandono de bebês tem sido registrados. Algumas crianças são deixadas em casas de banho ou locais públicos.
A intenção Jong-rak é justamente evitar essa situação. “No mês passado tivemos dez bebês abandonados na “caixa”. E este mês já recebemos outros cinco”, diz o líder religioso.
Atualmente o pastor cuida de 20 crianças, algumas com deficiências físicas e mentais. Perguntado sobre os motivos do abandono de crianças, ele referiu-se às rígidas leis de adoção da Coréia.
Mas não são poucos os críticos de seu procedimento. Muitos acreditam que ele encoraja mães a abandonarem crianças indesejadas.
O país atualmente tenta livrar-se da imagem de que facilita a adoção de bebês por estrangeiros.

1 ‘O Exterminador do Futuro’, Schwarzenegger, confessa sua admiração por Hitler

Em seu livro memórias, o político e ator Arnold Schwarzenegger admite que, em sua juventude, ele admirava Adolf Hitler por sua “eloquência” e “capacidade de liderança”.

‘O Exterminador do Futuro’, Schwarzenegger, confessa sua admiração por Hitler
‘O Exterminador do Futuro’, Schwarzenegger, confessa sua admiração por Hitler
Durante anos, “Exterminador” negava admitir essa admiração.
Além de algumas histórias sinceras sobre sua vida pessoal, o astro de Hollywood, em seu livro ‘Total Recall’(“Lembro-me de tudo”) continua a surpreender.
Em 1976, durante as filmagens do documentário drama “Pumping Iron” o jovem Schwarzenegger disse diante a câmera que admirava seu compatriota Adolf Hitler.
No entanto, este episódio foi removido do filme e, desde então, o ex-governador da Califórnia negou qualquer rumor sobre sua declaração.
No entanto, durante as filmagens do filme, quando questionado sobre seus ídolos, disse: “Eu admirava Hitler, por exemplo, porque ele começou de baixo, quase sem instrução e chegou ao topo do poder.”
Em seu livro, Schwarzenegger admitiu que ele realmente pensava assim. “Sentando diante das câmeras refletia que são poucas as pessoas capazes de liderar, enquanto a maioria da humanidade nasce para seguir.
Então comecei a listar os maiores lideres e ditadores da história. Eu admirava a eloquência de Hitler, mas não a forma que ele usou o seu dom”, confessou Schwarzenegger.

Padre é eleito em cidade no Ceará com mais de 90% dos votos válidos


Padre Lindomar conseguiu licença da Igreja católica para disputar a eleição. Ele obteve 93,% dos votos válidos com um adversário sem computar votos.

Padre é eleito em cidade no Ceará com mais de 90% dos votos válidos
Padre é eleito em cidade no Ceará com mais de 90% dos votos válidos
Um padre da Igreja católica foi eleito prefeito de Jijoca de Jericoacoara, no litoral Oeste do Ceará, com 93,09% dos votos válidos.
Padre Lindomar (PSD) venceu o atual prefeito da cidade, Araújo (PMDB), que não teve os votos computados porque teve a candidatura indeferida no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE). Dachaga (PSOL) teve 6,91% dos votos válidos.
Por ser padre, o candidato Lindomar teve obter uma licença de um arcebisto da Igreja católica, concedida em janeiro deste ano.
Em setembro, o candidato a vice-prefeito na chapa de Padre Lindomar, Cleiton Oliveira, foi indeferido com base na Lei da Ficha Limpa. Cleiton recorreu da decisão no Tribunal Superior Eleiroral (TSE).
Por condições impostas pela Igreja católica, Padre Lindomar fica impedido de exercer a função de padre enquanto exercer uma função política ou se candidatar.

Antioquia berço do Cristianismo é hoje abrigo de refugiados de guerra

Notícias Gospel Antioquia berço do Cristianismo é hoje abrigo de refugiados de guerra | Noticia Evangélica Gospel
Antakya na Turquia, país vizinho da Síria, é a cidade que mais atualmente recebe os refugiados da Síria. A cidade é conhecida pelos religiosos por ter acolhido os primeiros cristãos e tem mais de 2.300 anos.
Na encosta de uma montanha da cidade, uma simples caverna é considerada o berço do cristianismo. Aqueles que queriam seguir os ensinamentos de Jesus se reuniam neste local para orar, numa época em que eram muito reprimidos.
Conhecida antigamente como Antioquia, a Antakya atualmente recebeu recentemente cerca de 100 mil sírios refugiados da guerra e do regime do ditador Bashar Al-Assad.
O recebimento dos refugiados provocou protestos anti-guerra na cidade fronteiriça da Turquia, contra a interferência do governo turco no conflito civil da Síria. Cerca de 5 mil manifestantes protestaram na praça no centro de Antakya.
Eles reivindicaram ao governo que deixem o apoio às forças rebeldes da Síria e proíbam o acampamento de refugiados no país. Para controlar o protesto, mil policiais conseguiram dispersar os manifestantes.
O manifesto surtiu efeito. Na última terça-feira, o portal internacional de notícias CNN divulgou que a polícia turca foi de casa em casa de Antakya e deu ultimato aos refugiados sírios.
"Eu não estava em casa, mas minha esposa estava, ele fizeram ela assinar um papel para evacuar-nos desta casa dentro de quatro dias" disse um refugiado que não divulgou o nome ao portal.
"Estamos tentando orientar e sugerir que as pessoas se desloquem para cidades próximas ou diferentes", disse um oficial turco, que não pediu a ser nomeado, porque ele não estava autorizado a ser entrevistado pela imprensa.
Oficialmente, mais de 90 mil refugiados vivem em uma rede de campos espalhados ao longo de longa fronteira da Turquia com a Síria. Diplomatas turcos estimam que há outros 50 mil oficiais refugiados sírios que vivem na Turquia fora dos campos.
Porém no início da semana, a agência de refugiados das Nações Unidas informou que passou de 300mil o número de refugiados sírios em países vizinhos.

Polêmica: Jogo tem Criança Possuída pelo Diabo, com Missão de Matar os Pais

Notícias Gospel Polêmica: Jogo tem Criança Possuída pelo Diabo, com Missão de Matar os Pais | Noticia Evangélica Gospel
Baseado no personagem Damien que era o anticristo encarnado no filme "A profecia", a  produtora Shiver Games lançará o jogo Lucius.  No jogo uma criança é possuída pelo diabo como resultado de um pacto feito pelo avô dele, líder de um culto satânico, e o capeta em troca de sucesso, dinheiro e fama. Em troca o diabo poderia ter o corpo de seu neto (Lucius).
Após o garoto completar seu sexto aniversário, o demônio surge para coletar sua parte no acordo. No game o jogador na pele do menino Lucius tem que assassinar todos os residentes da casa onde mora, incluindo seus próprios pais, sem que as pessoas notem que o culpado é, na verdade ele.
Para isso acontecer, é preciso ser cerebral e analisar a rotina de cada um dos habitantes, planejando "acidentes" que culminem nas mortes. A cada "acidente" bem sucedido, a criança ganha mais poderes. Um exemplo é a empregada, que pode ser morta dentro de um frigorífico!

Em carta escrita antes da morte, Albert Einstein afirmou crer que Deus e a Bíblia são resultados da “fraqueza humana”

Notícias Gospel Em carta escrita antes da morte, Albert Einstein afirmou crer que Deus e a Bíblia são resultados da “fraqueza humana” | Noticia Evangélica Gospel
Uma carta escrita de próprio punho pelo físico judeu alemão Albert Einstein contém depoimentos pessoais do homem considerado o mais inteligente do século XX a respeito de Deus e religião. A carta está sendo leiloada por um lance inicial de US$ 3 milhões e foi escrita em alemão, 03 de janeiro de 1954, um ano antes de sua morte, e endereçada ao filósofo Erik Gutkind, autor do livro “Choose Life: The Biblical Call to Revolt”, que significa, em tradução livre, “Escolha a Vida: O Chamado Bíblico para a Revolta”.
Na carta, Einstein afirma crer que religiões, a Bíblia e a crença em Deus são lendas resultantes de incapacidade humana: “A palavra de Deus é para mim nada além do que a expressão e produto da fraqueza humana, a Bíblia é uma coleção de lendas honradas, mas ainda primitivas, que são não obstante bastante infantis. Nenhuma interpretação, não importa quão sutil, pode (para mim) mudar isso”, escreveu o físico.
O presidente da agência de leilões Auction Cause, que está organizando o evento que culminará na venda do documento, afirma que a carta é algo importante historicamente: “Essa carta, na minha opinião, é realmente de significado histórico e cultural, já que são pensamentos pessoais e privados daquele que é provavelmente o homem mais inteligente do século 20”, afirmou Eric Gazin.
A carta, de acordo com informações do The Christian Post, será leiloada por um anônimo, com envelope, selo e carimbos originais. O documento teria sido comprado pelo atual proprietário pelo equivalente a US$ 404 mil, e poderá, durante o leilão, alcançar um valor de até três vezes superior ao pedido incialmente.

Bispo Walter McAlister questiona “evangelismo infalível”

Bispo Walter McAlister questiona “evangelismo infalível”
O bispo Walter McAlister, fundador das Igrejas Cristãs Nova Vida produziu um vídeo em que explica as características de um bom trabalho de evangelismo.
Segundo ele, há um conceito vigente que diz que o evangelismo necessariamente resulta em conversões. Mas isso nem sempre é um fato, visto que a obra do convencimento cabe ao Espírito Santo. “Só a Bíblia e só Deus é infalível”, afirma.
“Ao cristão, que é testemunha do Evangelho, cabe anunciá-lo. Mas só o Espírito santo convence do pecado da morte e do juízo vindouro. Isso é obra do Espírito Santo”, explica o líder religioso.
Mc Alister explica que evangelismo infalível, ou “bom evangelismo” é aquele onde a mensagem do Evangelho é claramente pregada, onde as pessoas ou rejeitam pelas razões certas ou aceitam pelas razões certas”.
Ele diz que quando há evangelismo de uma pessoa isso não quer dizer necessariamente que ela vai se render aos pés de Cristo. “Isso quer dizer que a oferta livre da obra da Cruz foi apresentada com fidelidade”.
Ele continua caracterizando o evangelismo eficaz. “Este é fundamentado nas Escrituras, não faz promessas que a Bíblia não faz e prega claramente o arrependimento de obras mortas e a rendição a Jesus Cristo como a único Senhor e Salvador”, conclui.

Augustus Nicodemus lamenta esfriamento da igreja evangélica brasileira e critica teologia da prosperidade em seu novo livro, “O Culto Segundo Deus”

Augustus Nicodemus lamenta esfriamento da igreja evangélica brasileira e critica teologia da prosperidade em seu novo livro, “O Culto Segundo Deus”
O novo livro do reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes traz críticas à teologia da prosperidade e observações a respeito de um esfriamento das igrejas evangélicas no Brasil.
“O Culto Segundo Deus – A Mensagem de Malaquias para a Igreja de Hoje” foi publicado pela editora Vida Nova, aborda os princípios da adoração a Deus e expõe problemas abordados por Malaquias no Velho Testamento, e que estão presentes na igreja brasileira contemporânea.
Nicodemus avalia que as profecias de Malaquias registram um contexto semelhante ao da igreja evangélica brasileira atual, em que a adoração a Deus parece não surtir efeitos na vida dos fiéis: “Ao longo da história, nem sempre ficou claro para os cristãos o privilégio que têm de adorar a Deus, ser-lhe leal e fazer sua vontade. Qual é o proveito de servir a Deus, cultuá-lo e dedicar tempo para honrá-lo?”, questiona o autor.
Numa analogia feita entre judeus do Velho Testamento e os atuais cristãos brasileiros, Nicodemus afirma que ambos os povos tem nos bens materiais a medida de avaliação do amor divino: “Na época de Malaquias, o povo de Deus passava por uma grande crise econômica e financeira […] O povo então começou a questionar a Deus se de fato Deus amava os judeus, como Malaquias dizia. Este questionamento decorria do fato que eles estavam medindo o amor de Deus pela prosperidade financeira, como as igrejas neopentecostais da teologia da prosperidade ensinam hoje o povo a fazer”, pontua o reverendo.
De acordo com informações do Christian Post, Augustus Nicodemus afirma que “o maior problema das pessoas não é financeiro, mas espiritual e isto fica em segundo plano na teologia neopentecostal”.

Global Leadership Summit terá palestras de líderes cristãos mundiais

Global Leadership Summit terá palestras de líderes cristãos mundiais
A conferência The Global Leadership Summit estará em diversas igrejas no Brasil a partir de 18 de outubro. O evento quer ensinar novos métodos e aperfeiçoar as estratégias de liderar ministérios e contará com o testemunho de líderes influentes, como Condoleeza Rice, ex-secretária de Estado dos EUA e Craig Groeschel, pastor sênior do LiveChurch.tv.
Idealizado por Bill Hybells, fundador e pastor sênior da Willow Creek Community Church Association, o Summit já acontece em mais de 85 países e no Brasil conta com a parceria da SEPAL – Servindo aos Pastores e Líderes.
No Brasil, as palestras acontecem com sessões de vídeos das palestras realizadas em Chicago. Foram utilizados na gravação dos vídeos  tecnologia de última geração, além de recursos de interatividade.
Os preletores possuem vasto conhecimento e experiência no governo e corporativa. Além dos líderes já citados, outros que já gravaram suas palestras são: Jim Collins, autor e pensador de negócios, John Ortberg, pastor sênior da Menlo Park Presbyterian Church, Patrick Lencioni, fundador e presidente do The Table Group, Pranitha Timothy, diretora de cuidados pós-resgate da International Justice Mission, Willian L. Ury, co-fundador da Harvard University’s Program, Bill Hybels, Fundador e pastor sênior da Willow Creek Community Church e Carly Fiorina, ex-presidente e diretora executiva da HP.
Um líder treinado estará nos locais e promoverá a participação do público, direcionando como aplicar os conteúdos apresentados à realidade de cada um.
A  conferência ocorrerá em 34 locais em 27 cidades brasileiras.

Processo contra menina cristã acusada de blasfêmia ao islamismo pode ser retomado no Paquistão

Processo contra menina cristã acusada de blasfêmia ao islamismo pode ser retomado no Paquistão
A perseguição a cristãos no Paquistão recentemente proporcionou uma acusação contra Rimsha Masih, uma menina com síndrome de Down de blasfêmia ao Islã, por supostamente ter rasgado e queimado páginas do Alcorão, o livro sagrado da religião muçulmana.
Durante as investigações, Rimsha permaneceu presa e foi ameaçada de morte por extremistas muçulmanos do país. Além disso, teve de se submeter a exames clínicos para ter sua condição de saúde mental avaliada. Nos exames foi constatado que Rimsha realmente é portadora da síndrome de Down.
Porém, testemunhas ouvidas pelo Tribunal Juvenil do país negaram que Rimsha tivesse rasgado e queimado um exemplar do Alcorão, e acusaram o líder muçulmano Hafiz Muhammed Khalid Chisti de plantar provas contra a menina, de acordo com informações da missão Portas Abertas.
Perante esses depoimentos e o pagamento de fiança no valor de um milhão de rúpias paquistanesas, o equivalente a US$ 10.600, Rimsha que havia sido presa em agosto, foi libertada em setembro. Há boatos de que ela e sua família teriam fugido para a Noruega.
Agora, a questão legal pode resultar numa condenação de Rimsha por até sete anos de prisão. O processo movido contra o líder muçulmano Khalid Chisti por supostamente ter plantando provas está sendo apreciado pela justiça: “Se o caso contra Chishti for julgado improcedente por falta de provas, é possível que o processo contra a cristã avance”, explicou Khalid Shazhad, diretor de um centro para crianças especiais da região onde a menina vivia.
Segundo Shazhad, é possível que esteja havendo pressão contra as testemunhas que inocentaram Rimsha da acusação de blasfêmia: “Três testemunhas que depuseram contra Hafiz Muhammed Khalid Chishti, afirmando que ele plantou provas para acusar a menina de blasfêmia e expulsar os cristãos do bairro, já retiraram o seu testemunho”, informou.
É possível que a acusação contra Rimsha Masih faça parte de um plano para expulsar os cristãos da região onde aconteceram os incidentes. A população do Paquistão soma 180 milhões de pessoas, mas menos de 5% são cristãs.